Houve um momento que Helder Alencar parecia estar ali naquela roda de conversa de veteranos jornalistas profissionais de Feira. Não citarei nomes para não comprometer a vaidade biológica de ninguém. Mediunidade, incorporação, força dos Orixás, do Divino, ou imaginação humana, seja o que for, eis Helder tomando cerveja com a gente no festejo de Luis Tito. Lucas, o filho, não estava, mas ao lado da mesa barulhenta, estava a cria de Júlio Vacarezza, lá na frente outras princesas e príncipes numa festa de harmonia musical. Só nós , velhos jornalistas profissionais e apaixonados por Feira, barulhavamos o ambiente familiar. Não incomodamos, fomos um espetáculo vintage. Mas vivos.
Mas devia me estender e explicar como e até porque Helder estava ali naquela noite, perto daquele icônico edifício de Oyama. Mas hoje é domingo e essas linhas são para reiterar meus agradecimentos pela noite.
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