O Casarão Froes da Mota é ideal para uma ‘Caixa Cultural’ na Feira. Mas o banco só instala esses equipamentos nas capitais. E Feira não tem força pra argumentar, muito menos pressionar. É a maior cidade do interior do Nordeste, aqui a Caixa Econômica tem um grande volume de negócios inclusive com a Prefeitura mas a Feira não força nem representatividade. Feira nunca teve representatividade política forte. Ficam hoje com esse discurso de eleger “candidatos da terra” como se isso fosse passaporte pro desenvolvimento de Feira. Teve tempo dessa cidade ter quase meia dúzia de deputados e mesmo assim não tinha força política. Se tivesse, por exemplo, o Anel do Contorno estava duplicado e urbanizado há muito tempo. Não é falta de político com atestado de residência feirense. É fraqueza moral da própria cidade, transcende a culpa ou a incompetência individual. As razões dessa fraqueza? Nem um daqueles TCCs onde o título quilométrico pretende dizer tudo, explica esse caráter de Feira. Só um doutorado da futura “universidade federal”.

