O fotojornalista completa, hoje, em plena atividade e rebeldia juvenil, 71 anos, reiniciando o ciclo como Reginaldo Pereira. O “Tracajá” morreu, desapareceu como sobrenome, assim como o bloco micaretesco zerou, o troféu desintegrou-se em poeira e as figuras populares migraram para o Instagram. Agora é apenas Reginaldo Pereira, o legítimo baiano da Feira, contemporâneo de