Tenho um namoro antigo com Bonfim de Feira. Povoado velho, inserido nas rotas e caminhos coloniais entre a Chapada Diamantina e o Vale do Paraguaçu. Um dia conversando pelo Mercado, caí na besteira de dizer ao radialista Jorge Teles meu desejo de morar no povoado daquele distrito.E que cheguei a ir lá, algumas vezes, como passageiro do micro ônibus que faz o transporte, saindo ali da praça Dois de Julho. Feira tem pequenas e informais ‘rodoviárias distritais’. A de Jaguara fica mais perto do Centro de Abastecimento, Jaíba ali na Padaria… Isso não é ruim. Jorginho, voz da rádio Subaé , full time, faz disso um jargão me chamando pra decidir minha vida: vai sair da Matinha e vai para o Bonfim de Feira? Não porque cansei da Matinha, nada disso, três vezes na madeira, já cansei de dizer a ele. E estou estudando….Mas por que Bonfim? Um pouco porque acho que o lugar tem histórias encruadas, no arruado e naqueles campos devastados por uma pecuária secular. Tenho vontade de saber de Bonfim o que, acho eu, sabe Deus, já sei da Matinha.

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