Georgina Erismann, depois que casou-se, foi para o Rio de Janeiro, morreu por lá e lá foi sepultada no Cemitério São João Batista. Biógrafo da autora do “Hymno á Feira”, Carlos Mello tentou trazer os restos mortais para Feira de Santana. Entendeu-se com familiares, mobilizou a administração do cemitério, mas um empecilho qualquer o impediu de fazer essa transladação e trazer um pouco mais para perto de Feira de Santana, a memória da maestrina, professora da Escolas Normal. Esse documento, do acervo de Melo, é quase centenário, 1926.

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