Jurivaldo é de prosa entusiasmada e acolhedora. Nesse flagrante ele conversava sobre tema que se dedica de corpo e alma, o cangaço. Encontrou um parceiro curioso como ele gosta. Cangaceirólogo, numismático, folheteiro e cordelista além de ser um dos últimos espécimes de um profissional chamado de “propagandista de remédio”, Jurivaldo tem repertório vasto e variado como seu boxe no velho Mercado central. Objetos raros e peculiares a livros contemporâneos, sem falar dos cordéis, xaropes, óleos, fotos e dinheiro velho. Um acervo de Nordeste.
O Mercado de Arte Popular é para o centro antigo da cidade o que a Feira é no mapa do Brasil, ponto de passagem, apoio logístico, no meio do caminho, oferecendo tudo o que se precisa num sábado como esse de agosto onde relaxar é palavra de ordem. Lá fora, na praça, o samba de capoeira do Mestre Cláudio está troando. No charmoso palco do MAP, cordas, sopros, percussão e coro acompanham a voz carinhosa de Cristiane em canções de outras décadas. No sábado a Feira é uma festa
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