A “Guerra, nada santa, do BRT” foi um termo criado pelo jornalista Anchieta Nery, no título de uma reportagem do jornal impresso “O Metropolitano” (2015), onde relatou a polêmica que tomou conta da cidade com o anúncio do projeto de implantação do BRT na Getúlio prevendo uma radical derrubada de árvores do canteiro central para implantação dos terminais e a via exclusiva dos ônibus. Carlos Pitta tomou parte nessa “guerra”, descrita por Anchieta Nery.

Segundo escreveu Anchieta , “a guerra nada santa” dava-se nas redes sociais, principalmente no Facebook.
Como defensores do projeto estavam “os jornalistas Jorge Magalhães e Dimas Oliveira, com retórica veemente, com apoio de seguidores do prefeito José Ronaldo de Carvalho e técnicos” apresentando, segundo o texto de Anchieta, “argumentos bem fundamentados” . E complementa:
“No comando dos contrários , o também jornalista Jânio Rêgo – com texto ferino, irônico, metralhadora giratória, um verdadeiro cangaceiro verbal, com surpreendente exército de ecoxiitas.“.
E continua: “No ‘Blog da Feira’, Jânio Rêgo vem mantendo a guerra de guerrilha” , e explica:
“colhe opiniões de representantes de vários segmentos da comunidade, principalmente os artistas, sobre o que consideram como devastação da avenida Getúlio Vargas. Ou replica mensagens postadas nas redes sociais, como a do cantor e compositor Carlos Pita:
“Como vai ficar minha alma quando procurar na avenida os flamboyants na primavera?”

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