A nova expectativa dos moradores do pequeno bairro do São João do Cazumbá agora é essa: que a mudança de padre na Paróquia de Santa Clara de Assis venha fazer renascer as atividades na igrejinha do bairro e torná-la novamente o centro de união e socialização da comunidade. Nos últimos anos a igreja de São João do Cazumbá vive praticamente invisível aos olhos da paróquia. Reflete uma situação histórica do próprio bairro que, por diversas questões, permanece ainda bastante desconectado do restante da cidade, do olhar dos poderes públicos.
A igreja está localizada no centro principal e estrategico daquele núcleo habitacional que alguns estudiosos consideram como histórico. A igreja de São João do Cazumba já pertenceu, um tempo, à Paróquia do Tomba. “O pároco é sobretudo o ministro da comunhão”, disse o arcebispo de Feira, Dom Zanoni, durante a apresentação do novo governante paroquial, padre Clebson Santana.
Em agosto do ano passado, a igrejinha foi reaberta para uma “Missa do Martírio”, que lembra a decapitação do santo, a mando do Rei Herodes. O martírio da igrejinha e do bairro continuam.

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