Clementino da Silva para Prefeito de Feira. Nesse tempo ele vendia balas e doces ao lado da Secretaria do Bispado. Luiz Tito chegou com essa conversa. Uma pessoa da roda pareceu confirmar num aceno afirmativo de cabeça, outro escutou, Clementino? conheço, aquele, já comprei bala lá nele, com poucos minutos até o garçom, que bebia copos e copos de cerveja escondido do dono e com a cumplicidade de clientes, já era eleitor de Tino.
Essa história da pre-candidatura cresceu. Chegou ao Acorda Cidade, alcançou o A Tarde e andou pelos corredores do Paço Maria Quitéria. Clementino queria um partido. Não conseguiu. Não há partido para os Clementinos na nossa democracia.
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