Encontrei-o no Paço, Zé Ronaldo e os pastores sentados na mesa U do salão, ele nas cadeiras provisórias encostadas na parede ao lado. Discreto. Só o percebi pelo barulho silencioso de Mário Borges que passou mexendo com todos. Imediatamente fui sentar perto. Puxei aquelas conversas, o oitavo mandato que ele está assumindo, três através da suplência, os dribles que deu em Antônio Carlos Coelho na eleição da Presidência (“um dos melhores vereadores daquela Câmara”, diz). Enquanto Zé Ronaldo pregava a pastores e vereadores nos situamos nos anos da trajetória dele, naquele tal foi suplente de Justiniano França, depois dele foi presidente o falecido vereador Ribeiro… uma conversa em ambiente não propício, anotações que não valiam um parágrafo.
Quando sai de lá lembrei de Edson Borges, assessor de comunicação da Presidência naqueles anos de Carlito do Peixe. Liguei, expliquei, quero escrever, sentamos perto, puxei conversa, mas eu queria assim alguma coisa curta e boa do tempo dele lá na Presidência, daquela que você me diz em oito linhas. Em poucos minutos, Borges mandou o texto:
Carlito acabou com um hábito de chamar a PM sempre que um grupo de estudantes protestando contra algo chegava à Câmara. Foi na gestão de Carlito que veio a público o esquema de cursos que vereadores iam fazer em outros estados, ganhando uma boa grana. E ele não agiu com corporativismo, colocando-se à disposição do MP para as devidas apurações.
E a foto? Comuniquei-me com uma colega da ASCOM da Câmara de Vereadores, Camila Dacach, e ela, gentilmente, em poucos minutos….
Obrigado aos colegas profissionais. Eis o “perfil solidário” de Carlito, que voltou à Camara para o oitavo mandato, numa manobra conduzida pelo prefeito Zé Ronaldo.
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