Do chão dessa esquina jorrava um olho d’água, uma fonte, uma nascente. Num tempo em que, no lugar do posto de combustível lá na frente, era o prédio do jornal Feira Hoje. Tinha um nome de mulher, “fonte de fulana de tal…”, como a Lili. Lugares comuns eram as fontes na Feira. O aconchego e o vozerio das lavadeiras. Molhava-se a cabeça, as mãos, bebia-se água e a vida seguia.
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