A ponte, o túnel para passagem de animais, as ‘casas de turma’. Rastros deixados pela ferrovia inacabada. Quanto terá sido gasto naqueles anos? Difícil a pesquisa. A obra começou e recomeçou diversas vezes, até cessar tudo no início da década de 1960. Centenas de homens, nas casas de turma, vivendo em palhoças de licuri, se abastecendo no armazém onde Pedro de Santo trabalhou. Pagavam por semana. Tinham os ‘garimpeiros’, vindos do Pará, uma gente estranha e já acostumada no trabalho duro dos cortes e das bancas até a construção da ponte na espera para assentar os trilhos para o trem que nunca passou.


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