O Diário da Borborema funcionava a poucos metros desse afamado e azulado colégio feminino de Campina Grande, o Damas. A Redação do jornal ficava num primeiro andar na Venâncio Neiva onde da pequena sacada via-se uma parte do Calçadão.
Esse ano fui novamente à Biblioteca de Obras Raras ‘Átila Almeida” , da UEPB, onde encontra-se a coleção das edições desse diário campinense, o ‘velho’ DB. Esse núcleo fica em Bodocongó, no mesmo prédio da Reitoria, mas havia se mudado e as instalações que vai ocupar na Biblioteca Central não estão prontas. A coleção, inacessível por enquanto, me informa uma prestimosa e jovem bibliotecária a quem seria desnecessário dizer o que eu procurava. Mas talvez não o seja aqui, numa conversa por escrito como escrita foi, mas em papel e máquina de datilografia, a entrevista com Henfil num suplemento que tinha o sugestivo título de TUDO.
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