Jornalista
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Um quadro antigo na moderna casa de luxo de uma família rica
sábado, 8 de outubro de 2022
por Jânio Rêgo
Vistas do corredor das modernas instalações do SESC/Feira as ruínas do antigo Hospital Dom Pedro de Alcântara parecem um quadro emoldurado na sala de luxo de rica família baiana. A estética da deterioração. Serve aos olhos dos convivas de festa do anfitrião de muitos eventos, espaços e ambientes. Artistas passam sorridentes pelo corredor em busca
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Dez anos da morte de Noratinho da Pamonha
segunda-feira, 3 de outubro de 2022
por Jânio Rêgo
Neste mês de outubro completa dez anos da morte (2012) de Noratinho da Pamonha (Honorato Alves). figura popular de Feira de Santana que ficou conhecido não apenas por vender pamonhas quentinhas pelas ruas do centro mas pela maneira como propagava sua mercadoria utilizando pregões que ele criou para incentivar crianças e adultos a comprar a pamoinha de
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Todo dia chega mais feirante pra trabalhar na Feira da Marechal
sábado, 24 de setembro de 2022
por Jânio Rêgo
A Feira da Marechal duplicou. Foi um movimento muito fácil de perceber para quem anda habitualmente no centro da Feira. Não precisa fazer um cadastro, que não existe, não precisa dizer que defende feirantes, que existem muitos mas para o furdunço político-partidário. Pois bem, quando ajeitaram a via de um lado, todos se concentraram na
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Só depois da eleição
quinta-feira, 22 de setembro de 2022
por Jânio Rêgo
Toda eleição é assim mas essa está mais assim do que todas as que já vivi, geralmente um tempo onde vou e volto ou volto e vou ao Rio Grande do Norte onde deixei meu umbigo, minha infância e divido com a Bahia as minhas preocupações, dores e amores. Dessa vez, mais do que aquele
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‘Forró de Luizinho’ na Praça do Tropeiro toda segunda-feira na Feira
terça-feira, 20 de setembro de 2022
por Jânio Rêgo
Antes da UEFS projetá-lo como premiado do Festival de Sanfoneiro, Luizinho de Ipuaçu, Luizinho Pé Quente, Luizinho Cadeirante ou dos Oito Baixos, os nomes são muitos, já se mantinha na vida tocando a pé-de-bode que aprendeu com Seu Roque lá n’Ipuaçu quando ainda menino acometido pela paralisia infantil que lhe dificultou a mobilidade mas não a
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Reinado de Nelsinho da Kammys
sexta-feira, 9 de setembro de 2022
por Jânio Rêgo
Reinou por longo tempo. Talvez Rogério Barreto, o Rogerinho pai da jornalista Dandara, saiba quando e como surgiu o título imperial do camelô, comerciante de sulanka, astro do varejo de Feira de Santana, o Rei Nelsinho. No Reinado de Nelsinho o escudeiro-mor era Leudo Pergentino. Nunca mais vi Leudo, depois que ele sumiu da Câmara
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Cliente não desce a ladeira pra comprar no Shopping Popular. Por que?
quarta-feira, 7 de setembro de 2022
por Jânio Rêgo
Se você espera uma resposta a esse ‘por quê’ pode parar a leitura por aqui. Nenhuma pretensão nem competência para isso. Sei é que desde 1978, um ano depois da feira-livre ter descido, e poucos vestígios haviam a quem nunca a tivesse conhecido ali por perto do Paço Maria Quitéria e adjacências, já havia essa
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Reciclagem
quarta-feira, 7 de setembro de 2022
por Jânio Rêgo
A reciclagem alimenta centenas de famílias em Feira de Santana. Há uma Associação de catadores com alguns anos de experiência ocupando galpões na avenida João Durval. É um setor da economia urbana que precisa de mais atenção, estudos e cuidados. Sempre. A foto da família trabalhando com a carroça tem ao fundo o antigo Feira
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O Sesc convive bem com a velha ruína
sexta-feira, 2 de setembro de 2022
por Jânio Rêgo
O Sesc convive bem com a velha ruína que tornou-se uma atração a mais no equipamento construído próximo a ela…convive sem culpa, penitência paga, remida pela misericórdia das artes que se derramam pelos corredores, poltronas e salões envidraçados de onde se vê, por ironia, sempre, a qualquer ângulo, a velha ruína túrgida de abandono. estou
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Memórias e ruínas urbanas
terça-feira, 23 de agosto de 2022
por Jânio Rêgo
Habitualmente às sextas-feiras o advogado Raimundo Mendes, o delegado Jurandir Fernandes, Jorge da Xerox, eventualmente Edmilson Godeiro, e outros, bebericavam a cerveja gelada celebrando a chegada do fim-de-semana (não existia o sextou!) Depois comiam a rabada em Milton lá na Santa Mônica e iam para casa que balada também não estava na gíria. Jorge era
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