A dedicatória em “Setembro na Feira”
segunda-feira, 19 de fevereiro de 2024
por André Pomponet
“Ao querido Walter Fontoura, na esperança de que a leitura resgate lembranças da adolescência no interior do Brasil. Rio, agosto 86”. A dedicatória está no exemplar de “Setembro na Feira”, livro lançado pelo jornalista baiano Juarez Bahia. A obra é ambientada na Feira de Santana e a personagem principal – arguto e atento observador –
- Publicado em Colunistas, Home
O CAIC e a união das oposições a ACM
domingo, 18 de fevereiro de 2024
por Jânio Rêgo
Era 1997, o CAIC havia sido inaugurado há pouco tempo. Inspirado nas ideias do educador baiano Anísio Teixeira, resgatado por Brizola, no Rio de Janeiro, e tornado, então, programa do governo Collor que construía os colégios em parceria com os Municípios. Feira ganhara uma unidade, tratada a pão-de-ló pelo governo municipal que Zé Falcão acabara
- Publicado em Colunistas, Home
Que tal um Samba?
sexta-feira, 16 de fevereiro de 2024
por André Pomponet
Salvador, manhã de sábado, sol vigoroso, algumas nuvens e mar tranquilo. Foi então que, no rádio, toca “Que tal um samba?”, de Chico Buarque. “Será música antiga, que nunca ouvi?”. Não: a canção é recente, de 2022, descobri depois. Ouvindo-a pela primeira vez, percebi que traduzia com perfeição o quadriênio nefasto que o Brasil atravessou
- Publicado em Colunistas, Home
Repertório de Van
sexta-feira, 16 de fevereiro de 2024
por Jânio Rêgo
Ouvi dizer que sua boca esqueceu da minha boca Esqueceu foi porra… Esqueça o caminho desse motel Por mim você é fiel Quando você ouvir o meu sinal Vá lá em casa e meta o pé E não é pra tomar café Por que o raio não cai no mesmo lugar e eu caio na
- Publicado em Colunistas, Home
Padre Ovídio e Padre Ovídio e o historiador Carlos Mello
quinta-feira, 15 de fevereiro de 2024
por Jânio Rêgo
Padre Ovídio, até a chegada do Almirante Tamandaré, era a única estátua de corpo inteiro da Feira. O almirante, está ao lado da plácida Lagoa do Geladinho, e o Padre continua onde está, ao lado da Matriz de Sant’Anna. Onde ele está hoje, sobre essa esfera concavada, era um olho d’água, transformado em tanque que
- Publicado em Colunistas, Home
“A Guerra do Fim do Mundo” no Carnaval
segunda-feira, 12 de fevereiro de 2024
por André Pomponet
Durante muito tempo planejei ler “A Guerra do Fim do Mundo”, de Mario Vargas Llosa. Lia comentários sobre a obra, ouvia elogios e prometia procurá-la na próxima visita a uma livraria qualquer. Mas, quando entro em livrarias e sebos, uma espécie de transe me domina e não consigo pensar num volume específico, circulo entre as
- Publicado em Colunistas, Home
A mais estranha noite de domingo na Feira
domingo, 11 de fevereiro de 2024
por André Pomponet
– A feirinha está devagar hoje. É o Carnaval… O comentário – quase um bocejo – foi lançando por uma feirante ali na feirinha do Sobradinho neste domingo de Carnaval. Havia, de fato, pouca gente. Era possível circular com liberdade entre as barracas, pisando o asfalto umedecido pelas chuvas. Havia, também, escassez de produtos: umas
- Publicado em Colunistas, Home
Arborização na Marechal está dando certo mas precisa de cuidados
sábado, 10 de fevereiro de 2024
por Jânio Rêgo
A arborização dos canteiros da Marechal está dando certo: a maioria das árvores plantadas está crescendo. Para isso tiveram o zelo e o cuidado de feirantes. Agora chegou a vez da Prefeitura de Feira de Santana: algumas já precisam de poda e proteção, além de adubação. Há um outro problema futuro para as árvores (tem
- Publicado em Colunistas, Home
O futuro prefeito e o Centro de Abastecimento
sexta-feira, 9 de fevereiro de 2024
por André Pomponet
2024 é ano de eleição municipal. Época boa para perguntar a quem pretende chegar à prefeitura e à vereança o que pretende fazer, quais são os planos, o que vai se mudar na vida da cidade. Muitos temas estão postos aí, urgentes. Um dos que exige solução há mais tempo é o Centro de Abastecimento
- Publicado em Colunistas, Eleições 2024, Home
Lembranças do Carnaval de Serrinha
quinta-feira, 8 de fevereiro de 2024
por André Pomponet
Serrinha era uma cidade bem acanhada em meados dos anos 1970. Imagino que boa parte da população residia na zona rural. Consultando os dados do Censo de 1980, constata-se que havia, por lá, 57,4 mil moradores distribuídos por 10,4 mil domicílios. A cidade era quieta e silenciosa e ruas e praças desertas emanavam uma paz
- Publicado em Colunistas, Home










