Foi semana passada, à tarde, pouco depois da chuva que caiu sobre o centro da Feira de Santana, ali na Senhor dos Passos. Chuva forte, súbita, as poças se acumularam sobre o asfalto, sobre as calçadas. Depois veio o sol, a luz se refletindo sobre as tênues lâminas d’água. Pois então surgiu o sujeito, galhofeiro