A cultura da valentia (Memórias do Patamar da São Vicente)
terça-feira, 16 de dezembro de 2025
por Jânio Rêgo
“Igrejinha do fundo redondo” de onde partiram os principais disparos da peleja do povo da cidade do Mossoró com o bando de Lampião. Essa história é contada em prosa e verso e em espetáculo teatral exibido no patamar defronte à porta principal, todo mês de junho, exatamente dia 13, dia do Santo Antônio que por
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O 4 de Dezembro no Centro de Abastecimento
quinta-feira, 4 de dezembro de 2025
por André Pomponet
Antigamente o 4 de dezembro marcava o início do ciclo de festas populares da Bahia. Nesta data celebra-se Santa Bárbara no catolicismo, e Iansã, no Candomblé, no singular sincretismo só visível na outrora chamada Boa Terra. Até fevereiro, grandes manifestações religiosas se sucediam, destacando a Bahia por sua religiosidade: Nossa Senhora da Conceição da Praia
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Sobrenomes mais comuns na Feira
quarta-feira, 3 de dezembro de 2025
por André Pomponet
O sobrenome mais popular em Feira de Santana é Santos. Exatas 131.889 pessoas ostentam o sobrenome, de acordo com o Censo 2022 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, o IBGE. A informação constitui uma das novidades divulgadas no recente levantamento. No site da instituição é possível conferir até uma descrição: “O sobrenome Santos tem
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Geraldo Azevedo abre Natal Encantado no dia 11
segunda-feira, 1 de dezembro de 2025
por Secom/Feira
O cantor e compositor Geraldo Azevedo será uma das atrações do show de abertura do Natal Encantado deste ano, na noite do dia 11. O pernambucano, destaque onde quer que se apresente, sobe ao palco a partir das 21h, na Praça Padre Ovídio. Dono de um repertório singular e de voz peculiar, com poesia marcada
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Estranhas inscrições na calçada do Paço Maria Quitéria
quarta-feira, 26 de novembro de 2025
por Jânio Rêgo
Quando desembarcaram da van, na calçada do Paço, ele fazia os últimos rabiscos no chão,com giz. O que está escrito? foi a pergunta que fizeram entre si, antes de fotografar, já que o autor da suposta frase não quis conversa, saiu apressado, tomando o rumo do Centro de Abastecimento, para onde eles também foram, em
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O alemão não gostou dos índios, do calor e do incêndio
sábado, 22 de novembro de 2025
por Jolivaldo Freitas
Diesel, plástico e o ar poluído que se respira na COP30. Tem o calor. Teve o incêndio. “Tem de um de tudo”, como dizemos na Bahia. A confusão dos índios (foi engraçada a cara do gringo quando teve a face pintada e lambuzada de urucum). Claro, como não falar da indelicadeza dos alemães que odiaram
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Nilo Peçanha, o presidente negro que o Brasil esqueceu
quinta-feira, 20 de novembro de 2025
por Josalto Alves
Casualmente escutei a música “O Neguinho e a Senhorita”, uma composição de Noel Rosa de Oliveira e Abelardo Silva, composta em 1965 e consagrada na voz de Elza Soares. O samba conta a história de uma senhorita branca e rica que foge de casa para casar-se com um compositor negro e pobre, causando enorme escândalo
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Há 10 anos, no Beco da Energia, acontecia a maior intervenção artística de rua que Feira já viu
domingo, 16 de novembro de 2025
por Jânio Rêgo
Mensurar esses eventos é sempre um exercício de super valorização mas alguns aspectos, nesse caso, permitem uma afirmação tão peremptória como a do título acima. Primeiro, nas artes visuais, não há notícia de nenhuma ‘coletiva’ que tenha agregado tantos nomes consagrados das artes plásticas de Feira e da Bahia. Juraci Dórea, Vivaldo Lima e Galeano,
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Pra que diabos voltar!?
sexta-feira, 14 de novembro de 2025
por Edson Borges
Quem ainda se espanta com violência não conhece pelo menos um pouco da história da civilização. Ora!!! Os caras chegaram ao ponto de matar Jesus, que não tinha outra vida a não ser pregar o amor, a solidariedade, a justiça etc. A civilização sempre foi violenta. A história prova isto. Até mesmo boa parte das
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Memórias da República Livre do Patamar da São Vicente
sexta-feira, 14 de novembro de 2025
por Jânio Rêgo
Como era o nome dele? Trabalhava na loja de peças de Yoyô Almeida. A memória turvou o nome do personagem da infância mas fixou a cena que compartilhei com Marcilio C. Nascimento. Depois do almoço ele passava no rumo do bairro da Paraíba, morava por trás da capela de São Vicente. Quando passava, os meninos
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