Carlos Pitta, Dival Pitombo e os flamboyants da Feira de Santana
segunda-feira, 11 de maio de 2026
por Jânio Rêgo
O poeta Godofredo Filho pergunta “onde andará Beco do Mocó?” no prefácio de “Litania para o Tempo e a Esperança”, livro de versos de Dival Pitombo, em 1983. Beco do Mocó, nunca foi publicado, mas um dos poemas do “Litania” foi internalizado, ficou popular pela Feira de Santana, de tanto vê-los, em todos os lugares
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E o poeta Antonio Brasileiro faz 82 anos
domingo, 10 de maio de 2026
por Nanja Brasileiro
Todas as quintas-feiras, na casa do poeta Antonio Brasileiro e da artista plástica Nanja Brasileiro, um grupo de pessoas entre 20 e 80 anos toma seus lugares. Alguns lugares já são cativos como é o lugar do poeta Roberval e o do anfitrião “Imperador” Antonio Brasileiro. E a reunião se inicia e se estende até
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Carlos Pitta na “guerra nada santa” do BRT da Feira nas redes sociais
domingo, 10 de maio de 2026
por Jânio Rêgo
A “Guerra, nada santa, do BRT” foi um termo criado pelo jornalista Anchieta Nery, no título de uma reportagem do jornal impresso “O Metropolitano” (2015), onde relatou a polêmica que tomou conta da cidade com o anúncio do projeto de implantação do BRT na Getúlio prevendo uma radical derrubada de árvores do canteiro central para
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Presente de Jerônimo
sábado, 9 de maio de 2026
por Jânio Rêgo
De um tudo levam pra vender a Jurivaldo Alves no Mercado de Arte. Famoso, numismático, compra e vende dinheiro antigo, bugigangas de museu, e cangaceirólogo feirense. O que já lhe levaram de “punhal de Lampião ” pra ele comprar daria uma carga de carro-de-mão. Um dia desses um maluco apareceu com a corda que enforcou
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Carlos Pitta, o poeta que abraçava e curava árvores
sexta-feira, 8 de maio de 2026
por Jânio Rêgo
Há no CUCA uma árvore imensa, curada pelo abraço demorado de Carlos Pitta. A copa perdera as folhas, os galhos secavam e pessoas consultadas não deram esperança a Selma Moraes, diretora do Centro de Cultura da UEFS em seu período mais criativo. Uma árvore belíssima. Poeta e articulador cultural, Pitta era o consultor a quem
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Sobradinho: um bairro que envelhece
quinta-feira, 7 de maio de 2026
por André Pomponet
No começo dos anos 1980 o Sobradinho era um bairro ainda em expansão. Havia muitos terrenos baldios, boa parte coberta por vegetação. Povoamento mesmo havia só nas duas principais vias de tráfego – Arivaldo de Carvalho e Landulfo Alves – e o comércio era incipiente. Naquela época foi comum a chegada de famílias recém-formadas, com
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Feira como exemplo para Brasília
quarta-feira, 6 de maio de 2026
por André Pomponet
A Câmara Municipal da Feira de Santana acertou ao aprovar o projeto de emenda à Lei Orgânica nº 001/2025. A proposta estabelece a redução do limite das emendas impositivas dos vereadores de 2,6% para 1,55% da receita corrente líquida. Pelo que informa a Assessoria de Comunicação do Legislativo feirense, o projeto é de autoria de
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A primeira névoa no fim de abril
terça-feira, 5 de maio de 2026
por André Pomponet
Não sei bem se foi a primeira névoa do ano, mas, com certeza, foi a primeira que se estendeu até mais tarde na Feira de Santana. Aconteceu um pouco cedo, no último dia de abril. Estendeu-se até por volta das 7 horas. Surgiu no começo da manhã, ganhando altitude e encobrindo o céu que ganhou
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Abrigo Predileto não tem 100 anos, é mais uma “culhuda” sobre a história da Feira
sábado, 2 de maio de 2026
por Jânio Rêgo
O Abrigo Predileto não é centenário como estão dizendo por aí e por aqui. É mais uma “culhuda” sobre a História da cidade. Dizem que o sociólogo Antônio Risério se refere a Feira como a “cidade do armengue”, ou seja, da improvisação, da falta de zelo ou rigor com as coisas feitas ou ditas. Monsenhor
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Feira de Santana ganha mais um monumento ao cinismo nacional: Superbet Arena
sábado, 2 de maio de 2026
por Pajeú da Candeia Grossa
Feira de Santana acaba de ganhar mais um monumento ao cinismo nacional. A tradicional Arena Cajueiro, nome que ainda remetia a parte da memória afetiva da cidade, virou Superbet Arena. Trocou um nome enraizado na história local pelo logotipo de uma casa de apostas. É a metáfora perfeita do Brasil de 2026: a praça esportiva
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