Jornalista
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As três irmãs da Matinha
domingo, 25 de janeiro de 2026
por Jânio Rêgo
Sei que são três irmãs, mas não sei os nomes delas. Estão ali há mais de quatro anos, revelando-se a quem passa na estrada, à medida que crescem e o espaço em torno delas foi sendo desmatado, arrancados arbustos, “limpo”, como ainda dizemos. São meninas, e acho, ainda crescem mais. Serão leguminosas? questiona o botânico
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Telepático Mestre Mendes e o Corno de Rua Nova
quinta-feira, 22 de janeiro de 2026
por Jânio Rêgo
Os videntes, astrólogos e telepáticos, chamados solenemente de Professores, faziam parte da cena popular das feiras livres e em Feira de Santana moravam alguns deles, não apenas pela grande feira livre da cidade mas pela localização estratégica de acesso ao interior mais profundo da Bahia onde consumidores mais frágeis, tabaréus e matutos, eram alvos garantidos
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João Baraúna
terça-feira, 20 de janeiro de 2026
por Jânio Rêgo
João Baraúna era um bom “cantador de cordel”. Morava ali perto da Rádio Povo. Tinha voz bonita, entoada e era assim que ele atraía o povo para a roda dos camelôs que vendiam garrafadas, remédios, mezinhas e misturas nas feiras livres. João Baraúna era um propagandista. Uma profissão que acabou quando as farmácias e médicos
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Aconteceu no Bar de Zequinha
domingo, 11 de janeiro de 2026
por Jânio Rêgo
O Bar de Zequinha estava no auge. As virtudes da picanha eram louvadas em Salvador, na Chapada Diamantina, na Bahia, quiçá Brasil. Brasa acesa na churrasqueira do velho Zeca! No segundo turno, a turma do marketing político de Imbassahy, que havia ganho a eleição de Salvador no primeiro turno, desceu pra Feira, “com armas e
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40 anos da Queima-Bucha e Franklin Maxado
sábado, 10 de janeiro de 2026
por Jânio Rêgo
O poeta baiano Franklin Maxado reeditou, pela Queima-Bucha, o célebre livro “O que é Cordel”, best-seller lançado pela Codecri, editora do famoso jornal O Pasquim. A gráfica de Gustavo Luz @gmlu.z também é, diretamente, responsável pelo renascimento do cordel no Rio Grande do Norte, quando lançou os trabalhos do poeta Antônio Francisco. Gustavo é poeta,
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A Matinha em mudança
quinta-feira, 1 de janeiro de 2026
por Jânio Rêgo
A MATINHA EM MUDANÇA – O Colégio Estadual Quilombola, que Jerônimo, governador preto e indígena, tomou pra si como um capricho étnico e social, vai mudar o fluxo e o vetor de crescimento do Distrito. Jerônimo tem uma história política muito próxima da Matinha, através do MOC. Conhece o trecho. O grande Colégio está defronte
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Beco do Poeta Iderval Miranda
terça-feira, 30 de dezembro de 2025
por Jânio Rêgo
RETROSPECTIVAS – O poeta Iderval Miranda foi proibido pela mãe de andar por esse Beco. Chegou em casa contando uma cena policial que testemunhou nessa via entre a Rua de Aurora e a Conselheiro Franco (que devia ser chamada mesmo de rua Direita,mas isso fica pra depois). O Poeta contou essa história, aqui no Facebook,
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De livros, doações e Arnold Silva
domingo, 28 de dezembro de 2025
por Jânio Rêgo
Numa dessas viagens a Mossoró, o poeta Caio Muniz, que presidia a famosa Coleção Mossoroense, criada por Vingt-un Rosado, estava em uma política de doações de exemplares publicados pela Coleção e que se acumulavam armazenados, quase inúteis. O poeta achou que Feira podia ser premiada se eu levasse os exemplares e, em nome da Fundação,
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A Cantoria de Doutor Doraciano
quarta-feira, 24 de dezembro de 2025
por Jânio Rêgo
A CANTORIA DE DOUTOR DORACIANO – Se olhar direitinho, Pau dos Ferros é a cidade mais genuinamente sertaneja do Rio Grande do Norte e dos aceiros do Ceará e Paraiba. A começar pelo nome, tradução de toda a civilização do couro e do vaqueiro que ainda perdura nitidamente por aquela região onde a cidade pontua.
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É qualquer coisa menos caramanchão
segunda-feira, 22 de dezembro de 2025
por Jânio Rêgo
CARAMANCHÃO PELADO – Esses caramanchões, da praça da Kalilândia, têm mais de uma década. Mas nenhuma trepadeira cresceu enlaçada em seus troncos para formar sombra e embelezar o ambiente. {[Construção rústica, de ripas ou estacas, geralmente recoberta de planta trepadeira, situada num parque ou jardim; camaranchão}] Mas há a sombra das árvores…são caramanchões sem função
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