Sextou na Feira
sexta-feira, 4 de março de 2022
por Jânio Rêgo
***O poeta Chico Pedrosa não espera por ninguém. É avexado, inquieto. Em versos, principalmente, sai na frente de uma porção de gente que se diz poeta sem ser… É um grande poeta nordestino que vive na Feira. Eu o ouço muito, mas a Feira precisa ouvi-lo mais como eu o ouço. Na foto ele está
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A imutável espiral de violência
quinta-feira, 3 de março de 2022
por André Pomponet
Durante cerca de seis anos – com algumas interrupções breves – dediquei-me à reportagem policial aqui na Feira de Santana. Atuava em jornais impressos. Isso há cerca de duas décadas. Nem tenho ideia de quantas matérias e notas escrevi, nem de quantos assassinatos cobri, fazendo reportagens. Sei que foram muitos, provavelmente centenas. Naquelas jornadas desenvolvi
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Eurico Alves, o poeta modernista da Feira
quarta-feira, 2 de março de 2022
por Juraci Dórea
Ele foi um dos participantes de Arco & Flexa, revista liderada pelo crítico Carlos Chiachio e que circulou em Salvador, em finais dos anos 20, contribuindo para a introdução do ideário modernista na Bahia. Sua presença em Arco & Flexa, ao lado de poetas como Carvalho Filho, Hélio Simões, Plínio de Aguiar e Godofredo Filho,
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Março começa com botijão de gás mais caro na Bahia
quarta-feira, 2 de março de 2022
por André Pomponet
A Quarta-Feira de Cinzas começou com a notícia de que o gás de cozinha vai subir mais uma vez na Bahia. É o segundo reajuste em menos de um mês. Com o aumento, o botijão de 13 quilos vai passar dos R$ 120 em Salvador. Aqui na Feira de Santana, o produto pode ser encontrado
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Bares de pouco luxo e muita fama nos anos 70/80
terça-feira, 1 de março de 2022
por Adilson Simas
Dos muitos bares no centro cidade de Feira de Santana, inesquecíveis aqueles de pouco luxo, mas de muita fama. Entre eles, O Boteco, do Sargento Regis da famosa carne de sol(foto); A Catucha, do grande Aniceto, famoso por avisar ao freguês que tinha “esticado” a conta; A Coréia, no Beco do França do paciente Edgar;
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São as águas da Feira
terça-feira, 1 de março de 2022
por Jânio Rêgo
***Havia um olho d’água jorrando permanentemente na descida da Muchila, próximo ao prédio do Feira Hoje que acaba de ser extinto e derrubado sem nenhum ai ou oi ou peraí. O prédio serviu ao INSS durante anos. Tinha uma singularidade pouco relevada: foi concebido, arquitetado e executado para ser a sede de jornal impresso, uma
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Continuo pobre de tempo e rico de escracho
terça-feira, 1 de março de 2022
por Edmundo Carvalho
Cabeça branca tá na área, se derrubar é pênalti! Sem lancha, que eu cresci navegando foi nos troncos dos mulungus que o Jacuípe tem de sobra. Se não derrubar, beijo na alma, bebê, que eu só tou beijando o rosto de quem não dá valor pra derreis de mel coado. 39 verões, minha senhora? Sim,
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Desconexos pensamentos carnavalescos
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2022
por André Pomponet
Enquanto apreciava o sanguíneo poente feirense – à medida que o verão estertora, os tons do crepúsculo tornam-se dramáticos, melancólicos – pensei numa meia-dúzia de temas para um texto qualquer. Nenhum deles pareceu tão urgente quanto o da guerra na Ucrânia. Não, não vou chatear o leitor desfilando conhecimentos bélicos, nem realizando conferências sobre o
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Segunda-feira na Feira
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2022
por Jânio Rêgo
Há uns meses não me bato por aí pela Feira com o jornalista e produtor Paulo Norberto. Era um que tinha (ou ainda tem) uma predileção especial pelo lazer na segunda-feira. Promotor de festas, agitador cultural, era na segunda-feira o seu relax. O dia em que, por motivos óbvios, cerveja está mais gelada, os bares
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Quem tem medo dos domingos?
domingo, 27 de fevereiro de 2022
por Jânio Rêgo
Foi não veio eu lembro de “Quem tem medo dos domingos?” que recortei do Diário de Pernambuco para meus arquivos de estudante deslumbrado com as palavras. Os recortes da minha “antologia” adolescente se extraviaram nos caminhos e nas moradas que se sucederam depois daquele tempo no Recife. Mas a essência da crônica de Renato Carneiro
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