O Bicho que Está Aparecendo Em Feira De Santana
sexta-feira, 30 de janeiro de 2026
por Jânio Rêgo
“Em Feira acontece coisa Difícil de acreditar Devido à superstição Que há em todo lugar E embroma muita gente Mas nada escapa da mente Do trovador popular” Começa com esses versos o folheto de cordel “Um Lobisomen Ataca Em Feira De Santana” de Antônio Alves da Silva, um poeta que viveu 50 anos na Feira,
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O Rio de Janeiro continua lindo
quinta-feira, 29 de janeiro de 2026
por André Pomponet
Colega de trabalho e amigo de longa data, o repórter fotográfico Luiz Tito me pediu para fazer um texto sobre o Rio de Janeiro. Algo positivo, que fugisse do tradicional noticiário de violência, de crimes, de corrupção. Ano passado fiz algumas viagens à Cidade Maravilhosa e – tarefa difícil! – fiquei matutando sobre o que
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Honroso destino do Feira Tênis Clube
terça-feira, 27 de janeiro de 2026
por Jânio Rêgo
O educador Evandro Oliveira, que uma Feira mais antiga e seleta conhece desde o Colégio Santanópolis, me faz sempre essa observação sobre o destino do Feira Tênis Clube, quando temos oportunidade de conversar sobre “as coisas da Feira”: de um clube social a um complexo educacional. Inevitável a comparação com o rival, Clube de Campo
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As múltiplas “rodoviárias” feirenses
terça-feira, 27 de janeiro de 2026
por André Pomponet
A inauguração do novo terminal rodoviário de Salvador, em Águas Claras, atiçou as discussões sobre uma nova rodoviária também na Feira de Santana. O assunto surgiu mais como uma reação à obra em Salvador que, propriamente, como um debate estruturado, com números e argumentos claros em defesa da proposta. Esvaiu-se, portanto, no vertiginoso suceder de
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O tsunami mercantil chinês na Feira (3)
segunda-feira, 26 de janeiro de 2026
por André Pomponet
O tsunami mercantil chinês acelerou-se na segunda metade da década de 2000. À medida que os produtos chineses se diversificavam e agregavam qualidade, os mercados mundo afora foram se abrindo. Note-se, porém, que o avanço se deveu não apenas à qualidade crescente, mas sobretudo aos preços. O engenhoso “Capitalismo de Estado” chinês produzia com custos
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As três irmãs da Matinha
domingo, 25 de janeiro de 2026
por Jânio Rêgo
Sei que são três irmãs, mas não sei os nomes delas. Estão ali há mais de quatro anos, revelando-se a quem passa na estrada, à medida que crescem e o espaço em torno delas foi sendo desmatado, arrancados arbustos, “limpo”, como ainda dizemos. São meninas, e acho, ainda crescem mais. Serão leguminosas? questiona o botânico
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Telepático Mestre Mendes e o Corno de Rua Nova
quinta-feira, 22 de janeiro de 2026
por Jânio Rêgo
Os videntes, astrólogos e telepáticos, chamados solenemente de Professores, faziam parte da cena popular das feiras livres e em Feira de Santana moravam alguns deles, não apenas pela grande feira livre da cidade mas pela localização estratégica de acesso ao interior mais profundo da Bahia onde consumidores mais frágeis, tabaréus e matutos, eram alvos garantidos
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O tsunami mercantil chinês na Feira (1)
quinta-feira, 22 de janeiro de 2026
por André Pomponet
Carregadores, cabos, fones de ouvido, capas, películas, suportes, caixas de som, fones bluetooth, cartões de memória, HDs externos, mouses, teclados, caixas de som USB. Tudo está ao alcance da mão, disponível nos balcões envidraçados que, simetricamente, ajustam-se aos boxes minúsculos e iluminados com profusão. Também é possível encontrar confecções: camisas e camisetas, calças, saias, vestidos,
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João Baraúna
terça-feira, 20 de janeiro de 2026
por Jânio Rêgo
João Baraúna era um bom “cantador de cordel”. Morava ali perto da Rádio Povo. Tinha voz bonita, entoada e era assim que ele atraía o povo para a roda dos camelôs que vendiam garrafadas, remédios, mezinhas e misturas nas feiras livres. João Baraúna era um propagandista. Uma profissão que acabou quando as farmácias e médicos
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O ‘Bicho do Tomba’ no painel de azulejos do Terminal Rodoviário da Feira
terça-feira, 20 de janeiro de 2026
por Everaldo Góes/Feira Hoje
O jornalista e ex-secretário de Comunicação de Feira de Santana, Edson Borges, produziu vídeo-reportagem, em plena pandemia, 2021, sobre o tradicional Bicho do Tomba, lenda urbana que permeia o imaginário feirense desde a segunda metade do século passado. A narrativa retoma um tema já tratado por ele em veículos de imprensa da cidade e reforça
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