Um negro pobre, ligado ao candomblé, que conseguiu se destacar, em plena década de 1930, em uma sociedade dominada por famílias brancas, católicas e aristocráticas. Assim foi o poeta e cronista feirense Aloísio Resende, cuja biografia está sendo apresentada, em linhas gerais, no mais novo vídeo exibido no Memorial da Feira, portal mantido pela Prefeitura na