Até os anos 1980, na Princesa do Sertão, era muito comum se deparar com pessoas que não sabiam ler, nem escrever. Muitas vieram do campo, labutaram na roça e possuíam idade avançada; outras, mais jovens, absorvidas pela incontornável necessidade de trabalhar, abandonavam logo os estudos; para boa parte da população, inclusive, não havia escolas e