Deputado Fernando Torres visita Cel. Adelmário Xavier em Feira

TORRESO deputado federal Fernando Torres (PSD) fez uma visita formal ao coronel Adelmário Xavier, do Comando de Policiamento da Regional Leste (CPRL), com sede em Feira de Santana.

“Essa foi uma visita de cortesia. Aproveitei para discutir alguns pontos que considero importante nesse período eleitoral. O coronel Adelmário Xavier está de parabéns pela condução dos trabalhos”, disse Fernando Torres.

O Comando de Policiamento Regional Leste   tem jurisdição  sobre outros 154 municípios da região de Feira de Santana.

Feira, a gente não te conhece bem, Feira!!.

Esse acervo ficou no limbo, sem dono, durante muito tempo.
Na época da fundação do museu foi criada uma fundação para administrá-lo, integrada por um grupo de notáveis – Jorge Amado, Dival Pitombo, Calazans Neto, Odorico Tavares e outros -, que nunca se reuniu e acho que sequer teve existência legal.

De boca, nomearam Dival diretor do museu. Ele segurou a peteca e, com ajuda da prefeitura, manteve o Museu Regional aberto e em movimento durante muitos anos.

Me parece que, como não tinha dono mesmo, a Uefs aplicou uma espécie de usucapião em parte do acervo (a importante e valiosa coleção dos ingleses contemporâneos, por exemplo).

Essa história ainda precisa ser bem contada. Feira, a gente não te conhece bem, Feira!!.

José Carlos Teixeira. facebook

 

Jhônatas: ‘modelo’ do PT para a Bahia prejudica Feira

DSC00904Para o professor Jhônatas Monteiro, candidato do PSOL a deputado estadual o modelo de desenvolvimento aplicado pelo PT na Bahia  ‘só tem agravado as contradições das chamadas cidades médias, como é o caso de Feira de Santana”.

Jhônatas explica que há um “esvaziamento” dos pequenos municípios e as cidades médias, como Feira, têm suas contradições agravadas em função do crescimento desordenado comandado pela violenta especulação imobiliária, devido à atual política habitacional federal e estadual, mas também pelo estado crítico da sua infra-estrutura pública de serviços”.

O modelo adotado pelo PT, diz Jhônatas, estimula a  fuga em direção às ditas “cidades pólos” cuja estrutura não garante atendimento digno nem mesmo para a população local.

Ele cita o caso da saúde pública:  “assistimos uma peregrinação diária de pessoas de centenas de municípios em busca de atendimento em pouquíssimos hospitais que oferecem serviços de alta complexidade, instituições concentradas em não mais que cinco cidades, porque não encontram alternativas mais próximas da sua própria localidade.”

O professor e ex-candidato a Prefeito de Feira em 2012, diz que eleito deputado estadual vai lutar pela   descentralização de recursos de modo a garantir um desenvolvimento regional muito mais equilibrado na Bahia.

“O estado é o sexto mais rico do país, mas em várias áreas apresenta os piores indicadores sociais entre os estados brasileiros”, diz.

Livro de professora da UEFS conta história da Escola Normal de Feira

CUCA2O interesse da professora Ione Celeste pela Escola Normal começou em 1994 quando avistou o prédio, antes da reforma realizada em 1995 pelo então reitor da Uefs, Josué Mello, e a consequente criação do Cuca, no mesmo ano.

O que chamou a atenção foi a arquitetura antiga, já que ela, de Salvador, acostumada com a convivência com casarões antigos na cidade natal, sentia falta disto em Feira de Santana, cidade acostumada a destruir o patrimônio histórico, natural, etc.

Procurou saber a que serviu aquele prédio foi informada da Escola Normal, que formava, desde a primeira metade do século 20, as então poderosas e respeitadas professoras.

Acho que foi daí que criou o título do doutorado: Garotas Tricolores (referindo-se à farda da Escola Normal) Deusas Fardadas (o respeito que a profissão de professora impunha no imaginário de época).

Como relata a professora Ione Celeste de Souza, houve um processo de escolarização em massa da sociedade brasileira, nas primeiras décadas do século 20, implementado por movimentos de políticos e intelectuais, no contexto de um movimento chamado de escolanovista.

Seria uma tentativa para sobrepor a imagem real brasileira, que contrastava com as realidades da Europa Ocidental e do emergente EUA.

Ione Celeste foi minha professora na Uefs da disciplina Antropologia, do curso de Historia.

Neste endereço (clique aqui) é possível acessar as primeiras páginas de Garotas tricolores, deusas fardadas: as normalistas em Feira de Santana, 1925 a 1945:

“Garotas tricolores, deusas fardadas: as normalistas em Feira de Santana, 1925 a 1945″. (clique aqui)

Everaldo Góes/ facebook

É mais arriscado ser Policial Militar ou Policial Civil?

ABORDGEM POLICIALQue a carreira policial traz consigo uma série de riscos é inquestionável, mas qual é a medida desses riscos?

Em comparação com a população brasileira total, quanto é maior o risco corrido por policiais. Para ter uma noção disso, basta dar uma olhada na mais recente publicação que traz dados sobre homicídios contra policiais, dentro ou fora de serviço, o Anuário do Fórum Brasileiro de Segurança Pública.

Como se vê,(Gráfico acima) os policiais correm cerca de três vezes mais riscos de serem assassinados do que os demais componentes da sociedade 72,1/24,3.

Entre policiais civis e militares, estes últimos são mais vulneráveis, principalmente na folga (taxa de 58,7/100 mil).

Danillo Ferreira/ Abordagem Policial

Recadastramento no Planserv/BA continua por mais 60 dias

Os beneficiários do Planserv que ainda não se recadastraram na quarta etapa do processo têm mais 60 dias consecutivos para regularizar a situação.
O edital de notificação foi publicado no Diário Oficial do Estado de quarta-feira (23). A relação com os nomes dos beneficiários que precisam fazer o procedimento está disponível no site do Planserv.

A convocação é direcionada a beneficiários que não cumpriram exigências do recadastramento, seja o preenchimento do Formulário Eletrônico de Recadastramento (FER), com acesso no site do órgão, ou a entrega da documentação solicitada pela assistência nos postos da Rede SAC.