×

Colunistas

Mwanene

André Pomponet

Antonio Rosevaldo

Jolivaldo Freitas

Laila Geovana Beirão
Últimos posts por Laila Geovana Beirão (exibir todos)

Daniel Rego

A saudável volta do verde-amarelo

Demorou um pouco, mas o brasileiro – e o feirense – aos poucos vão entrando no clima da Copa do Mundo. No comércio, há profusão de camisetas, mas é mais vasto o leque de acessórios verde-amarelos, o que inclui vestidos, shorts, bermudas, chapéus, bonés, bandeiras e as tradicionais e barulhentas cornetas. Muitos lojistas apostam na

Natal do Forró Encantado

Luiz Gonzaga escapou da morte na Estrada de Santos, em São Paulo, e fez uma música sobre o acidente. Franklin Maxado, menino de 8 anos hoje com 80, o viu cantar lá na Marechal, aqui em Feira de Santana. O poeta nunca esqueceu. Solta a voz e canta o estribilho “Luiz Gonzaga não morreu/ nem

Grande encontro no Mercado de Arte

Grande encontro hoje no Mercado de Arte, minha mãe, Dona Antônia e a nossa querida Ana da Maniçoba, patrimônio de Feira. Há anos não se viam, abraços e recordações a mil, fichas médicas partilhadas, umas fofocas de conhecidos, muita sabedoria de vida sob os olhares deslumbrados meu e de Miguel. “- Tire uma foto aí,

A morte da Coruja-Buraqueira

Peguei carona do Jacu ao Baixão, fiquei um pouco lá em Gil e desci, à pé, pelo calçamento que desemboca na estrada da Quixabeira da Matinha. A coruja-buraqueira não foi atropelada pelo carro que me deu carona. Do Baixão eles seguiram no sentido da banca do Candeal II. A ‘banca’, já falei, é um trecho
O cordelista, folheteiro e – sobretudo – incansável agitador da cultura popular nordestina Jurivaldo Alves voltou de Serra Talhada, em Pernambuco, entusiasmado. Lá, ele participou do Seminário Cariri Cangaço, evento que reúne estudiosos, divulgadores e admiradores da cultura nordestina. No sábado – Dia do Cordelista – conversei longamente com Jurivaldo em seu espaço de cordel

Baby, Gal

O Brasil estava desconfigurado politicamente – como sempre ocorreu desde o império – nos anos 1960, depois do Golpe Militar de 1964, mas por incrível que possa parecer, dentre as discussões políticas a meia boca no seio social, num certo momento, pelas bandas do ano 1967 a pergunta é de quem era aquele voz que

“Coração de Estudante” na Subaé AM

Não, não vou comentar o show de despedida de Milton Nascimento, o Bituca, que aconteceu no domingo (13). Primeiro, porque há gente mais competente para fazê-lo. Segundo, porque escreveria com enorme atraso, – três dias! – o que, hoje, representa uma eternidade na vertiginosa velocidade do noticiário digital. Terceiro, porque todo mundo tem lá suas

Os sons de Cachoeira

– …plof…plof.. (…)…plof… – O Paraguaçu morrendo em ondas mansas na orla de Cachoeira. -PÉIN! PÉIN! PÉIN! – Vigorosos golpes de martelo na peça metálica, desmontando toldos após a Feira Literária de Cachoeira, a Flica. – Chep… Chep… Chep… – O chinelo arrastado do casal de irmãos que passa com suas sacolas. – HEY NOW,

Maçaranduba do Recôncavo

Maçaranduba. Essa raridade está bem alí no Reconcâvo, em São Gonçalo dos Campos, num sítio rural perto dos conhecidos povoados das Mercês e dos Afligidos. Ela sobrevive a mais de três gerações de uma família dona do quintal onde cresceu misturada às fruteiras aos fundos de uma casa de farinha de paredes tisnadas. Fomos até

100 anos do Paço Maria Quitéria

Os oitis são árvores genuinamente brasileiras. A ciência Botânica nacional, obviamente uma das mais ricas do planeta, já a estudou deliberadamente e seu brasileirismo está refletido na distribuição por todo o território,  em arborização de cidades e outros lugares que requerem sombra e corredores e polos de ventilação e esfriamento. São maravilhas vegetal da nossa
TOP
Blog da Feira