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Laila Geovana Beirão
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Daniel Rego

O ninho da andorinha junto à janela

Ainda faltam alguns dias para a primavera, mas a reprodução dos pássaros começou. Notei ontem à noite. Nos intermitentes – mas solenes, cheios de presságios – silêncios da noite de domingo, às vezes ouvia um pi-pi-pi débil, suplicante. Calava-se e, mais à frente, retornava para, mais uma vez, silenciar. Atento, apurei os ouvidos e um
A Feira de Santana está vivendo o momento mais tranquilo em relação à pandemia da Covid-19 em 2021. Desde o dia oito de agosto que a média móvel de mortes suspeitas ou confirmadas da doença está em apenas um caso diário. São, portanto, 33 dias, um recorde no ano. Média semelhante só se verificou em

Os dois Colbert

Existem dois Colbert Martins em Feira de Santana. Um que dialoga, ouve, e amplia a percepção sobre a vida política e social do Município e outro que fecha-se em si mesmo, tal qual caramujo, protegido por uma espessa concha que lhe dá sobrevivência mas lhe tira os movimentos mais espontâneos. Não, não se trata aqui

O 11 de Setembro de 2001 na Feira

– Um avião bateu contra o World Trade Center lá em Nova Iorque… A notícia chegou no fim da sessão da Câmara Municipal aqui da Feira de Santana. Quem a trouxe, nem recordo. Mas sei que não atribuiu grande importância. Assim, julguei o fato um acidente, talvez um aviãozinho qualquer tivesse se chocado por acaso
Não escrevo na intenção de oferecer verdades absolutas, mas, na vontade de dividir inquietações sobre imposições sociais e falsos padrões de beleza. Padrão de beleza não existe. Mas existe racismo, machismo, misoginia, sexismo e uma indústria da pornografia que lucra com os falsos preceitos de padrões de beleza. Imposições sociais levam pessoas a se mutilarem

O Cordel como livro e literatura de painel

Os folhetos que identificam a chamada Literatura de Cordel agora estão evoluindo para livros grossos de capa dura ou brochuras devido ao ganho de um novo público, mais abonado, culto e exigente. Já estão chamando de “Cordelivro” que é volume contendo coletâneas, antologia, seleções ou reunião de casos populares, embora mais revisados e com ilustrações
Ou Sobre o encontro de árvores brasileiras Preste atenção no que agora vou falar As intenções desta moça Ativista ambiental Que um vaga No Mestrado Profissional, vem pleitear Jurema é nome de árvore, Da caatinga herdou a resistência Nasceu no meio da Bahia Da Chapada Diamantina Vem sua essência A menina extrovertida Com grande senso

Sobre lampiões, lamparinas e fifós

Lembro que, na minha infância, encantava-me ir ao Centro de Abastecimento e ver, em exposição, dezenas de apetrechos indispensáveis à vida no campo. Ficavam à venda naquele galpão intermediário, perto dos extintos boxes de artesanato. Um dos artigos que mais despertava a minha atenção era as lamparinas – ou fifós ou lampiões – exibidas em

A boa e nova literatura baiana

A Bahia tem dessas coisas: fica quieta em seu canto e quanto menos se espera nos revela seus encantos; e seu novo encantamento é a presença na literatura – onde já fomos grandes criadores e criaturas desde os tempos de Antônio Vieira e de Gregório de Mattos, passando por Cuíca de Santo Amaro e Antônio

É responsabilidade minha? Sobre vacinas e ética

Nesta Vida tão breve De que nos dão só um gole Quanto – quão pouco – está Sob nosso controle Poema 63, Não Sou Ninguém, de Emily Dickinson. A terceira dose da vacina contra a Covid-19 já é uma realidade, e não apenas no anúncio feito quanto a sua inclusão ao Plano Nacional de Imunização
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