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Laila Geovana Beirão
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Daniel Rego

Teremos, neste pleito que se avizinha, uma eleição atípica, ocasionada, obviamente, pela presença de uma pandemia que, desde março, nos obrigou a graus distintos de distanciamento social. Elegeremos cerca de 5.570 prefeitos e 57.930 vereadores. Eleições são festas cívicas da democracia, a escolha dos políticos por meio do voto, mas, jamais, pode-se reduzir a vida

Naquele mês de setembro de 2016

ExpoFeira – Com pandemia e acrescento sem  o criador Benício Cavalcante  a ExpoFeira perdeu completamente o sentido. Em junho ainda falou-se em uma exposição on line. Mas o som dos chocalhos sem o  cheiro de estrume não tem o mesmo significado dessa festa rural que acontece às margens da BR-324, a rodovia Feira-Salvador-Feira. Há quatro

Crônica da tarde ensolarada de sábado

Dobro a esquina da Voluntários da Pátria – nome feio, frio, cartorial para uma artéria pulsante – e ouço o ronco aflito dos motores dos veículos que sobem e o freio estrepitoso dos ônibus que descem a famosa rua que conduz ao Sobradinho. Em torno, painéis reluzentes anunciam padarias, lanchonetes, restaurantes, lojas de materiais de
Depois de muito tempo, hoje (10) o sol se pôs sem nuvens na Feira de Santana. Aquela aquarela que se acende quando o céu está limpo finalmente retornou, soberba. Nela, tons azuis, amarelos, vermelhos, esbranquiçados, se sucedem, antes que as lâmpadas elétricas faísquem, ferindo a escuridão iminente. À distância – além daquele vale que desemboca
A pesquisa  divulgada hoje pelo jornal A Tarde (clique) mostra um quadro mais ou menos semelhante ao que sempre intuiu o senso comum em Feira de Santana, ou seja, que  a disputa nas urnas deste ano é entre Zé Neto (PT) e Colbert Martins (MDB), ambos candidatos pela 5ª vez ao cargo de Prefeito. A

Dilemas da recauchutagem do Bolsa Família

– É por isso que o povo não quer fazer mais nada! A indignação era tamanha que ele nem conseguia sentar, beber com calma a cerveja barata que esquentava no copo americano. Naquelas caminhadas curtas até a porta do bar, arrastava os pés e as sandálias rangiam um rangido desagradável. Lá fora, a azáfama da

Feira é barril dobrado

“Os nossos Olhos D’Água vão se emocionar ao vermos que essa terra, na sua infância, teve a bravura de Maria Quitéria, a ousadia de Lucas da Feira e o esforço de trabalhadores livres e escravos (carregando cestos e tabuleiros, guiando carros de boi, vendendo um pouco de tudo na feira livre de Santana.) ” (Feira
Enquanto Jair Bolsonaro, o “mito”, desfila Brasil afora em sua apoteótica campanha antecipada, o brasileiro médio – aquele que conhece o sufoco do dinheiro curto – pena para colocar comida na mesa. Aqui na Feira de Santana não é diferente.  Em agosto, o feirense desembolsou 38,65% do valor do salário mínimo (R$ 966,63, quando se

Punk estava à frente do seu tempo

Marcio Punk, estava à frente do seu tempo. Mesmo convivendo não conseguimos visualizar a real dimensão do trabalho do artista. Procurei entender o artista neste pensamento. O artista é um ser atemporal que, mimetizado em indivíduo comum, registra o espírito de sua época enquanto projeta o futuro, o que paradoxalmente, não será percebido por aqueles

Homem com alma de menino e artista da vida

Márcio Punk, um dos mais versáteis artistas que conheci, de fato, multiartista. Sempre achei que o mundo precisa conhecê-lo. Um homem da vida, das ruas, das noites e de coração sensível. Punk faleceu, nesta manhã de domingo (6), depois de lutar bravamente, por um ano e meio, contra um câncer de pulmão. Viveu intensamente! Lamento
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