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Laila Geovana Beirão
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Saudades do Colégio Diocesano

Por esses corredores do Diocesano passei 10 anos da minha vida de estudante. Do pré primário de Dona Zênia (as ‘tias’ e as ‘prós’ vieram depois…) à quarta série do ginásio com aulas de padre Alcyr, dona Mundinha…numa sala de um corredor que não era esse da foto clicada no já distante 2013. O Colégio

O sombrio outono dos brasileiros

Amanhã acaba o verão. Mais precisamente às 6h38, conforme indica consulta que fiz a um desses sites de previsão do tempo. Passei parte da estação ouvindo, à tarde, um sabiá magistral que se apresentava quando o crepúsculo começava a tingir o céu. Depois dele, vinham as cigarras, quando as cores do dia já tinham esmorecido

O consumidor e a máscara

Fui a uma loja de peças hoje, às 8:20h, em frente da Rodoviária de Feira. Dois vendedores estavam sentados atrás do balcão com as máscaras no pescoço. Assim que eu entrei um levantou sem a máscara na cara. À distância sinalizei para ele botar a máscara. Ele recuou um metro, sem a máscara e perguntou:

Feira alcança tristes marcas com a Covid-19

Vem se tornando comum ouvir as sirenes das ambulâncias nos finais de tarde na Feira de Santana. Quando a noite cai e o silêncio do toque de recolher prevalece – é um silêncio tenso, carregado de maus presságios – as sirenes tornam-se perfeitamente audíveis mesmo à distância. Se passam pelas cercanias, por breves instantes tingem

A esperança de chuva no dia de São José

A previsão do tempo no celular indica chuva na Feira de Santana na sexta-feira (19). Sei que estas previsões costumam enganar, mas é bom que chova na sexta-feira. Afinal, é o dia consagrado a São José no catolicismo. E, segundo a secular sabedoria sertaneja, quando chove nesta data é sinal de inverno bom, com safra

Sobre os nefastos horários de pico

Tem umas coisas hoje em dia que precisam ser modificadas em cidades e uma delas são os horários de picos. Quase todo mundo começa a trabalhar oito horas da manhã e termina às seis horas da tarde e isto faz que antes das oito e depois das dezoito haja concentrações de movimentações enormes de pessoas

Dona Raimunda, o bolsonavírus e outros vírus

“Meu filho!!!…”. Quando dona Raimunda puxa o ar, enche o peito de tal forma que os seios fartos sobem como se fossem vela-balão em veleiro peado ventos alísios na Baía de Todos os Santos, pode se preocupar que lá vem bomba e eu da varanda ao lado da sua casa me preparei para o pior
Tenho um carinho bem mais do que especial pelo dia 15 de março. Foi num 15 deste mês que atraquei em Aracaju. Era 1990 e eu tinha 29 anos. Cheguei numa quinta-feira de madrugada. Fazia um frio danado no Terminal Rodoviário Governador José Rollemberg Leite. Hoje, completam-se 31 anos. (Não sei se devo lembrar – mas
Para escapar das incessantes notícias ruins, tenho buscado refúgio no céu. Não, não me converti a nenhuma fé barulhenta que pulula pelas esquinas, com sua gritaria desenfreada, seus deuses iracundos, seus acenos de prosperidade material. Dedico-me a algo mais bucólico: apreciar a noite feirense, com seus fiapos de nuvens, suas estrelas cintilantes, seu silêncio intuído,
Bem poucas vezes no mundo dito civilizado, assistiu-se à implantação de uma série de retrocessos sob o comando de governantes eleitos legitimamente, mesmo se utilizando de estratégias e táticas desonestas, uma vez que distorciam a realidade e semeavam mentiras. Tanto nos Estados Unidos da América do Norte, com Donald Trump, como no Brasil, com Jair
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