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Daniel Rego

Milhares de feirenses transitam, todos os dias, pelo Terminal Central. Quem se desloca por ali, passa pela avenida Canal ou pela própria rua Olímpio Vital vê as obras do festejado shopping popular avançando. No início, o que havia eram apenas os tapumes metálicos. Depois, foram se erguendo as colunas cinzentas que dão sustentação ao empreendimento.
Está se tornando enfadonho torpedear o governo de Michel Temer (PMDB-SP), o mandatário de Tietê. Afinal, a popularidade estacionou em 5%, bordejando a margem de erro; escândalos de corrupção se avolumam, exigindo uma investigação que o Congresso bloqueia ao custo de bilhões de reais do erário combalido; generosas concessões aos amigos empresários contrastam com o
Economista, professor universitário, especialista em transportes públicos, o professor Antônio Rosevaldo é uma figura popular em Feira de Santana, onde nasceu e mora, conhecido pela inteligência e bom humor. Nesse vídeo, o professor dá uma pequena ‘aula’ sobre os efeitos da reforma trabalhista no cotidiano dos feirenses.
Aqueles que transitam com frequência pela BR 324, no trecho entre a Feira de Santana e Salvador, costumam ter mapeada mentalmente toda a paisagem que se descortina ao longo da viagem. Na saída da cidade se vê o núcleo do Centro Industrial do Subaé (CIS) na BR 324. Ali se sucedem dezenas de empresas –
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O brasileiro corre o risco de ver, nos próximos dias, um Congresso Nacional pejado de acusados de inúmeros crimes – sobretudo corrupção – eleger, de maneira indireta, o presidente da República que vai arrastar o país até as eleições de 2018. É o que está previsto na Constituição, dizem os doutos, os sábios da República. Alguns desses
Pilhado numa comprometedora palestra gravada com um dos nababos da indústria de carnes, Michel Temer (PMDB-SP), o mandatário de Tietê, garante que não vai renunciar. E saiu com uma cômica versão de conspiração contra seu mandato. Tomando-o pelo que afirma, planejam aplicar-lhe uma rasteira, semelhante àquela que apeou Dilma Rousseff (PT) e o petismo do
Estão prometidas mobilizações contra as reformas do emedebê para meados de abril. Para ser mais preciso, em 28 de abril. Podem até ter eficácia contra a reforma da Previdência, já que o governo vem anunciando recuos que só as votações, mais adiante, poderão confirmar. Mas contra a reforma trabalhista, pelo jeito, as manifestações vão se tornar inócuas.
Ano passado o Brasil deveria ter realizado o seu Censo Agropecuário. É que o último aconteceu em 2006 e, como a periodicidade costuma ser decenal, todos estimavam que aconteceria em 2016. Três fatores essenciais atrapalharam o cronograma: a crise econômica, o consequente arrocho nas contas públicas e a crise política que resultou no impeachment da então presidente
Tem sido difícil para o brasileiro pobre segurar o rojão da crise econômica que se arrasta desde meados de 2014. Números oficiais indicam que há quase 13 milhões de desempregados Brasil afora; outros tantos milhões se desdobram com menos dinheiro, porque os salários caíram; e sabe Deus quantos, que se achavam na informalidade, viram seus
As ocupações disponíveis para o trabalhador feirense são muito precárias, em sua maioria. Os melhores empregos estão reservados para aqueles que possuem nível superior. Nessas funções, há o conforto do ar condicionado, do mínimo esforço físico, dos ambientes salubres, sem os rigores do clima, da convivência mais civilizada. Mas poucos trabalhadores feirenses dispõem de nível
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