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Daniel Rego

A homenagem a Eduardo Portella na Uefs

Não se costuma dar grande importância às placas comemorativas ou às de inauguração. Elas vivem seu ápice nos solenes descerramentos e, depois, caem no esquecimento. Aquelas expostas ao tempo acumulam poeira, apanham chuvas inclementes, são castigadas pelo sol tropical. Com o passar dos anos, perdem o brilho inicial, ficam foscas, algumas ilegíveis. Quem passa costuma

Assum Preto na Senhor dos Passos

Começo de tarde, sexta-feira. 14 horas, por aí. Sol, luminosidade, vento úmido. Clima agradável. No calçadão da Sales Barbosa, burburinho: mulheres indo com embrulhos, homens voltando com embrulhos, gente anunciando promoções imperdíveis nas portas das lojas, ambulantes apregoando seus produtos – “água, água” –, crianças, idosos, adultos, o ir-e-vir incessante sobre os bloquetes do piso

Estamos falando de magrelas

Bicicleta começa a ter um pouco de vez no sistema de transporte da Feira. É muita mudança haver bicicletários em terminais de ônibus por aqui. Nas cidades as motos ocuparam o status dos cavalos, já as bicicletas…Bicicletários é, mas ainda é muito pouco pra defasagem da cidade em relação a esse meio de transporte popular.
Sempre me inquieta o baixo aproveitamento das oportunidades de investimento no município de Feira de Santana. Uma cidade que nasceu como passagem de tropeiros, que possui uma tradição de vaqueiros, de um Campo do Gado vicejante. Aterrorizante não explorarmos nada de turismo, e olha que estamos localizados a 110 km de Salvador, a 40 km

E forró

Provavelmente mudou um pouco, não é tão Israel e Gaza, mas o conflito do morador urbanizado com a árvore ainda faz muitas vítimas para o nível de consciência ambiental que vemos, e propagandeamos, nas escolas, nos poderes, na boca das autoridades e da linguagem oficial do bom conviver e habitar. Mas, na prática, nossas ruas

Menos coturno, mais Machado de Assis

Vejo no noticiário que Machado de Assis – o maior dos escritores brasileiros – está ingressando numa nova onda de reconhecimento lá fora. Por aqui, depois que lhe grudaram o rótulo de chato, ultrapassado e antiquado, o autor de “Memórias Póstumas de Brás Cubas” vive meio esquecido. Anos atrás, surgiu até a ideia de arranjar

Barreiras, eu gosto muitão de você!

Janio Rego e demais amigos e amigas . Sou doido de amor , por Feira , onde eu nasci , lá na Pracinha 2 de Julho . Cresci e fui muito feliz , na Barroquinha e na Rua de Aurora . Convivi com pessoas maravilhosas e conservo afetos que o tempo e distância não apagaram

A hora e a vez das bets

Anos atrás fiz um texto sobre o hábito de apostar aqui na Feira de Santana. Creio que foi em 2017, por aí. Antes, portanto, da ampla liberação dos sites de apostas esportivas aqui no Brasil. O texto abordava desde as loterias regulamentadas até o jogo do bicho, passando pelas rifas – aquelas de papel –

Coisa bonita é gentileza

Coisa bonita é gentileza! E quando vem em forma de arte mais linda fica! Hoje participei de uma defesa de mestrado de @_alineoliveiira , sob a orientação de @claudio.c.novaes . Coube a mim e ao colega @clovisramaiana prosear com a jovem professora lá de Capim Grosso sobre a obra de Eurico Alves Boaventura, meu conterrâneo,
Revólveres calibres 22 e 32, espingardas, às vezes até pistolas artesanais. Não faltavam armas enferrujadas. Os mais equipados iam de revólveres calibre 38 e escopetas calibre 12. Fuzis e metralhadoras era raros. Quando apareciam, era em assaltos a bancos ou a carros-fortes. Até meados dos anos 1990, era mais ou menos esse o arsenal da
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