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Laila Geovana Beirão
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Daniel Rego

Foi numa noite chuvosa no começo da segunda quinzena de abril. A tempestade tinha caído rija, mas cedera, numa trégua curta. O céu era um teto baixo de nuvens sanguíneas. Cauteloso, o motorista avançou em meio à correnteza e o passageiro desembarcou. Depois, ele manobrou o automóvel branco e encostou por alguns instantes: aguardava, examinando

Que beco é esse?

Caiu no centro velho comercial da Feira de Santana você há de passar em algum beco. Do Mocó e da Energia são apenas os mais famosos, por serem talvez os mais antigos e próximos à Matriz, como chama-se em Feira a Catedral Metropolitana de Senhora Sant’Anna. O traçado da cidade irradiou-se dessa primeira igreja seguindo

Algarobas da praça Dois de Julho

O espinho furava pneus de bicicleta e atravessava chinelos em busca dos pés das crianças que brincavam nas ruas.Na esquina da Alberto Maranhão com a Francisco Ramalho, defronte à capela de São Vicente haviam cinco algarobas. Cresci sob a sombra das algarobas quando elas ainda não haviam se tornado o problema ambiental que hoje é
A atmosfera feirense amanheceu cinza mais uma vez. Abril talvez seja o mês em que essas alternâncias climáticas costumem ser mais constantes. Lembro de duas ou três manhãs radiosas no começo do mês, de céu azul e luz puríssima. Depois, vieram as chuvas – caudalosas, castigando as fachadas fustigadas pelo vento – e houve espaço

Olhaí, amigo Kitute Coelho :

o jornal impresso ‘Municípios em Foco’ (Azevedo Junior) republicou a matéria do blog da feira. (seu exemplar e o de doutor Deraldo Campos Portela Portela estão comigo…) abrace irará por mim. vou vê-la em breve. inté.

Deixem o Correios sobreviver

A História se repete primeiro como tragédia e em seguida como farsa, cada qual temos o nosso Napoleão. Na década de 80 o Brasil importou essa mania de privatizar, se você dar uma pesquisada na internet vai encontrar um livrinho bem pequeno em tamanho, mas gigante em apontar as mazelas da privatização, o nome é

O Capitão na Feira

Bem que podia ser o título de uma boa crônica. Ou de um quadrinho do divertidíssimo capitão Haddock revirando bancas de tomate em uma heroica perseguição. Quem sabe até poderia falar das aventuras do capitão Kirk se escondendo dos vilões em um planeta exótico, num mercado lotado de alienígenas verdes e azuis comprando beterrabas amarelas.
As fotografias acima são flagrantes do competente repórter fotográfico Luiz Tito. Algo que me encanta desde que comecei no jornalismo – isso faz tempo – é o fato das fotografias, em muitos casos, dispensarem textos, legendas, explicações. Nestas situações, elas comunicam por si mesmas, tornando as palavras dispensáveis. Mas algumas delas vão muito além. São

O ‘Russo’ e o Tanque da Matinha

A coluna do jornal ‘A Tarde’, aquela de nome tenebroso, ‘O Carrasco‘, despertou-me curiosidade: por duas vezes, em menos de um mês (a coluna sai às segundas-feiras) ela se referiu a um ‘Russo’ que estaria dando as cartas em gabinetes do poder público em Feira de Santana. O ‘Russo’, insinua a coluna, seria o novo
Os bárbaros entre nós: confissões de um fascista indignado, ou “até que ele é boa gente” Numa mesa de bar, frente ao mar, ou em qualquer lugar, um ex colega e quase vizinho pede licença para sentar à mesa e começa a falar: Pois é, meu, você pode dizer o que quiser com esse teu
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