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Laila Geovana Beirão
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Daniel Rego

Hermes Sodré, o “Marechal Hermes”, era vereador com bases fincadas no distrito de Maria Quitéria. Nascido no Jacu, que hoje pertence ao distrito de Matinha, se dedicava de corpo e alma aos moradores do povoado. Tinha presença forte no tempo do plantio de feijão, milho e fumo e sabia puxar a cantoria quando as famílias
o ‘Samba de Bié’ era uma festa! festa simples, rústica, sem vossas excelências nem refinarias. o povão da feira livre caía dentro e à medida que o sol se punha sobre o centro de abastecimento o couro comia.ê feira! o samba acabou, a sanfoninha de Bié emudeceu pelos galpões, mas ele, Francisco de Sena, o
Estamos mostrando ‘Sanfoneiros da Feira’ em uma série de vídeos curtos feitos em diversos tempos e locais da Feira de Santana, especialmente na antiga feira livre do Centro de Abastecimento onde aconteceu durante  anos o “Samba de Bié”. O ‘Samba de Bié’ atraía sanfoneiros, músicos, percussionistas, sambadores e sambadeiras. Toda segunda-feira. Festa de trabalhadores do centro
“Preso experiente analisa com vagar cada cela por onde passa. Pode haver recado nas paredes, esconderijo no colchão, fundo falso em algum lugar. Aproveitar minúcias e insignificâncias é uma das regras da cadeia, onde não há fartura e facilidades. De cada canto pode sair uma história oculta ou uma nova ideia”. O trecho acima é

O Samba de Bié – Sanfoneiros da Feira

O ‘samba de bié’ nas segundas-feiras no centro de abastecimento sobreviveu até o advento do shopping. era uma jam session nordestina. Francisco de Sena, o Bié dos Oito Baixos (foto) era o ‘dono da festa’ mas tocava na sua sanfona quem chegasse. é o caso desse vídeo : na sanfona de Bié está André Galdino,

Lembrando aquela Câmara Municipal

Há 69 anos – maio de 1952 Nascido no antigo Camisão, hoje Ipirá, velho conhecido de Vargas no tempo da ditadura, João Mamona, assumiu a vereança na 2ª legislatura. Foi dele o projeto de lei que batizou com o nome do poeta Francisco Sales Barbosa a biblioteca da câmara (ainda existe?) Com a estrutura de

A mitologia dos valentões de araque

O começo da tarde de sábado escorria banal. No boteco tradicional no centro da Feira de Santana uns grupos bebiam, outros já almoçavam. Os sons dos talheres, dos pratos, dos risos e das conversas realçavam aquela normalidade. Lá fora tudo normal também: os automóveis avançavam sobre os paralelepípedos e os pardais piavam nos telhados, nas

Trovões (Trovões e o Vento)

1. Penso, às vezes, que as coisas não têm sentido. A vida é só um rio raso que segue por seguir. E cansa. E estagna. Às vezes sinto-me estagnar, como esses rios. E que estou mais velho. E eis que ouço uns trovões. A tarde é morna e irrita. Que venham os trovões. Ainda borboleteiam
eu não sei nem mais o que dizer de tanto que já disse…vcs q pensem olhando a foto. digo apenas que aí onde está esta senhora, Dona Brasilina conhecida como Dona Lina, com o guarda chuva e toda a dignidade de uma feirante, é uma das escadarias do centro de abastecimento, que liga galpões a
Nestes estranhos dias pandêmicos, o ocasional som contagiante de um forró resgata a lembrança de que o São João está se aproximando. Falta pouco mais de um mês. Só que, mais uma vez, as tradicionais festas serão canceladas – sensatamente – porque a pandemia da Covid-19 permanece aí, à espreita. Governantes e especialistas que acompanham
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