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Daniel Rego

A praça é do povo e do lambe-lambe

Os meninos de Zé Alves – Gean e Jaitan – não esperaram o pai morrer para escrever a história “do velho” e  fizeram o documentário áudio-visual  “O Retratista”, contando a vida desse fotógrafo lambe-lambe da praça central da cidade de Feira de Santana. Zé Alves  saiu da roça, onde lutava com gado, era vaqueiro, e

Prefeitura também pretende comprar vacinas

Vira e mexe chega a notícia sobre algum conhecido que morreu de Covid-19. Aí então a memória acende a recordação de quem se foi e a imensa tragédia – os números aqui no triste Brasil são apocalípticos – ganha um nome, um rosto. Nesses momentos é possível imaginar a dor de tantas famílias enlutadas. A
O caminhão de Buá do Candeal trazia a mercadoria da Feira de Santana para o Barracão de Seu Joaquim, instalado perto da obra e dos barracões de pindoba onde moravam “os garimpeiros” que chegavam de todos os lugares do Brasil. As “Casas de Turma” construídas pela empresa ferroviária da época (que falaremos e mostraremos com

O armistício mercantil do domingo

Domingo é dia de armistício mercantil no centro da Feira de Santana. Tudo é quietude e prevalecem, nele, o silêncio e a solidão. As avenidas congestionadas, os becos apinhados, as praças prenhes do ir-e-vir, os disputados calçadões, neste dia tudo repousa numa trégua frágil. Sim, porque mesmo aos domingos o ambiente recende a comércio, à

A arte continua salvando nossos dias

Após os meses de exaustivo trabalho para a regulamentação e implantação da Lei Aldir Blanc aqui em Feira de Santana, finalmente os fazedores e fazedoras de cultura estão colocando em prática seus projetos. Homens e mulheres de todos os cantos desse território colocaram pra fora os meses de confinamento de suas produções. Sim, os artistas
Uma ponte de trem, feita em concreto armado, praticamente pronta, e esquecida no meio do matagal! Uma ponte no distrito rural da Matinha, em Feira de Santana.
Claro que o leitor poderá dizer: toda cidade nordestina é assim, outros darão de ombros, outras olharão de soslaio, outras murmurarão que tal cidade seria muito mais representativa, e, acertadamente, haverá quem diga que toda cidade, seja Marrakech ou Calcutá, Vibonati ou Macapá, no Brasil ou alhures, toda cidade é, ao mesmo tempo, terra de

Roberval e Arcanjo à procura de Bruce

Às 4:36 da madrugada desta sexta-feira,5, o radialista Gilvan Franklin após a audição de um  forró com Pinto do Acordeon,  fala e interpreta  para os  seus milhares de ouvintes a tristeza e a dor da saudade que acometem os artistas Roberval Barreto  e José Arcanjo com o desaparecimento de Bruce. “Preto e marrom, o rostinho

… Pois já vai terminando o verão…

“… Pois já vai terminando o verão…” O canto melancólico das cigarras vem tornando as manhãs mais tristes, apesar da luz alegre do sol. O que às vezes espanta essa tristeza é o trinado do sabiá. Ambos devem silenciar dentro de mais alguns dias porque, como bem diz a letra de “As rosas não falam”,
Acordei procurando uma religião pra eu entrar. Tou precisando. Daqui desse mato do feissibuque não sai coelho. Cansei dessa religião também. Na tal Primavera Árabe as redes sociais chamavam o povo pra ir pra as ruas picar-lhe a desgraça e derrubar governo. Aqui a gente só faz desabafo e vai dormir. Aí, agora eu tou
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