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Daniel Rego

O feriado antecipado de São João não foi suficiente para satisfazer a ânsia junina na Feira de Santana. Lá fora, às vezes, ecoa um forró alegre no som de algum carro que passa. E, com alguma paciência, é possível flagrar fogos que arremetem para o céu avermelhado – as nuvens carregadas de chuva têm essa
Em dias tão trágicos, como os que passamos agora, devido à pandemia mundial do coronavírus e seus desdobramentos, ler um texto que faz referência à História e a Memória de Feira de Santana é reconfortante. Ainda mais, quando esse texto trata de um tema sobre o qual venho me dedicando há algum tempo. Os historiadores
A violência contra a mulher assume novos contornos em meio à pandemia do novo coronavírus. Os registros estão ocorrendo principalmente na periferia, onde as condições de sobrevivência são normalmente precárias. Isso não quer dizer que esse seja o limite geográfico para os casos de agressão – física ou não – à mulher. Mas não resta

O dia de emborcar a cuia

“Dia 13 de junho é dia de emborcar a cuia”. Ao chegar em Feira há 40 anos atrás, em 1980, ouvi muitas vezes esta expressão dos agricultores locais e fui à pesquisa para compreender. Nosso período de plantio aqui na região se enquadra no sistema de chuvas do leste baiano de outono/inverno, mais especificamente nos
Tentei entender o avanço do novo coronavírus na Feira de Santana a partir dos dados disponibilizados pela Secretaria Municipal de Saúde. Infelizmente as informações divulgadas são incompletas e não ajudam, sequer, quando se quer enxergar o cenário sob um prisma – quem sabe – positivo. O fato: desde o começo da semana o número de
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‘V de Vingança’ contra o autoritarismo

“ – Boa noite, Londres. (…) Desde a aurora da humanidade um punhado de opressores assumiu a responsabilidade sobre nossas vidas, responsabilidade que nós deveríamos ter. Ao fazer isso, tomaram nosso poder. Ao noda fazermos, nós o entregamos.” V de Vingança, 1989 V de Vingança é um clássico dos quadrinhos mundiais, lançado entre 1982 e

O canto da casaca-de-couro

Levei um tempo para descobrir o nome da ave cujo canto tanto me encantava da janela de casa. No forçado exílio doméstico da pandemia, ouvi com mais frequência seus trinados e, depois de alguma pesquisa na internet – meus conhecimentos ornitológicos são bem elementares, só arrisco aquele básico da infância urbana – descobri que se
É mais que conhecido (será mesmo?) o fato de que faltam testes para a Covid-19 na Secretaria de Saúde de Feira de Santana. Ah, “isso a Globo [local!] não mostra”. Uma vez apresentando, você, paciente que não se realiza enquanto tal, um quadro de sintomas leves, experimente buscar o serviço de atenção à Covid-19 do
“2 DE JUNHO Amanheceu fazendo frio. Acendi o fogo e mandei o João ir comprar pão e café. O pão, o Chico do Mercadinho cortou um pedaço. Eu chinguei o Chico de ordinário, cachorro (…) O senhor Manuel apareceu dizendo que quer casar-se comigo. Mas eu não quero porque já estou na maturidade. E depois,
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A primeira lição sobre a democracia

Nunca esqueci a forma como fui apresentado ao que é uma ditadura. Era por volta de 1981, no máximo 1982. Menino, eu aprendia a desenhar usando caneta esferográfica e papel pardo, de embrulhar pão. Foi na rua da Palma, lá no Sobradinho. Meu pai desenhava uns cavalos que me encantavam, com detalhes da crina e
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