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Laila Geovana Beirão
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Daniel Rego

As memórias dos/as moradores/as remetem ao período da escravidão, quando teria existido o quilombo da Matinha, esta seria a origem do nome da localidade, Matinha “dos Pretos”. Já a memória da formação territorial da região em que fica a praça da comunidade remete ao “fincamento” do Cruzeiro, que segundo os moradores, resulta de uma promessa
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Comércio feirense fecha mais uma vez

Saiu há pouco o decreto da Prefeitura determinando o fechamento do comércio feirense a partir de quinta-feira (21). A medida vai se estender até o dia 01 de junho. Há exceções, evidentemente: supermercados, açougues, padarias, farmácias, postos de combustíveis e lojas de autopeças. O essencial e mais alguns setores. Tudo indicava que a medida ia
– Tá tudo errado! E deu uma pancada no volante do automóvel para realçar a indignação. Discorria sobre o recesso de julho em escolas e faculdades. “Onde já se viu? Duas férias por ano!”, exasperava-se. E recorria ao bordão: “Tá tudo errado!”. Era motorista de aplicativo. Presumi que sem nenhuma experiência com educação. Mas distribuía
Escrevo, atipicamente, na noite de sábado. Normalmente, os sábados são dedicados à vida social, aos encontros, àquela cota de prazer e liberdade que se encaixa tão bem no atribulado dia-a-dia. A pandemia, porém, subverteu a rotina. Mais: subverteu a própria vida. Pelo menos por enquanto. E, na noite de sábado, deparo-me com o som do
“Tá bem, graças a Deus! Esses dias tá guardadinho. Tive lá mês passado, me falou que parou de atender esses tempos rsrs.”, me respondeu, prestamente, o poeta Kitute Coelho lá da cidade de Irará, tranquilizando este rascunhador que em 2013 conheceu o famoso  médico  iraraense Deraldo Portela (foto) em circunstâncias que alinhavo abaixo por regozijo

Dias insólitos no Farol da Barra

Chove com feroz regularidade em Salvador há cerca de um mês. Já mencionei em texto anterior. O vento, soprado do mar, foi assustador em algumas noites. Sacudia o vidro das janelas e assoviava nas quinas dos edifícios como nos filmes de terror. E sempre a chuva, embaçando janelas, escorrendo caudalosa pelas fachadas dos edifícios, acumulando-se

Feira por trás das máscaras

A vida pulsante de Feira de Santana está nas ruas do comércio do centro da cidade. É onde reside  a alma ancestral desse aglomerado de  600 e tantos mil  cidadãos e cidadãs moradores deste município. Fotojornalista com currículo onde despontam prêmios e larga experiência em veículos de comunicação,  Luiz Tito é um frequentador diário desse
O que esperar de um governo opressor, ditador, fascista e que caminha na linha da colonização do pensamento? A data do ENEM (Exame Nacional do Ensino Médio), deste ano não foi adiada mesmo com a paralisação das aulas em todo país. Isto, mais uma vez escancara a linha da desigualdade, pois dessa maneira, alunos da
A pessoa vai pras ruas, anda por todos os locais, contribui com as aglomerações naturais que se formam, depois liga para  programas de rádio questionando por que a Prefeitura não faz fiscalização para evitar as aglomerações…. Eu chamo isso,  vulgarmente,  de ‘lógica do escrotismo‘, para não ter que empolar repetidos  axiomas relativos ao exercício da
– Falam que é o pessoal da favela que não cumpre isolamento. E aqui? A frase é de um agente de limpeza pública de Salvador. Ele transitava pelo calçadão da Barra num início de tarde. À distância, o Morro do Cristo, muito verde, destacando-se contra o fundo azul do céu e do mar. Em volta,
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