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Daniel Rego

Feira de Campina Grande

Campina Grande tem uma enorme feira-livre no centro da cidade, perto da Catedral, descendo no sentido do Açude Velho. São quarteirões de pura feira nordestina. Ninguém, nunca, sequer pensou em tirá-la de lá. Ela existe desde que a cidade era chamada de Vila Nova da Rainha. Para quem mora em Campina estou dizendo uma obviedade.

Pugilato na feirinha do Sobradinho

Nos anos 1980 a área da feirinha do Sobradinho era mais aberta. Não havia aqueles boxes contíguos à Escola Coriolano Carvalho, nem o mercado que hoje abriga os comerciantes de carne. Naquele tempo, o que havia era dezenas de barracas de madeira que, aos domingos, acolhiam os açougueiros que, com facões e peixeiras, mercadejavam a

Feira mais verde. Quando?

Depois de cerca um mês de calor tórrido, o inevitável aconteceu: a escassez de árvores na Feira de Santana virou tema de debate. Não é para menos. Por aqui, as árvores são raras e boa parte delas não oferece sombra. Isso quando não são trucidadas só para retardar as próximas podas, embora chamar o que

Argentina acende alerta para a América Latina

Em 2023, depois de muito tempo, o brasileiro pobre foi reincorporado ao circuito do consumo. Ressurgiram filas em atacadões, mercadinhos, padarias, pizzarias e – supremo êxtase – nos açougues das periferias. Nestes, longas filas nos períodos festivos e no início do mês, lembrando aquele soluço de prosperidade que expirou há quase uma década. O pobre
É transbordando amor, alegria, orgulho e felicidade que escrevo esse texto. Ana Beirão, Ana da Maniçoba é um ser de luz que pisa sobre a Terra. Como diz Oydema Ferreira: “ela é um anjo bom, a verdadeira pérola Negra, uma Joia Rara. Que já ajudou milhares de pessoas” e eu tenho a honra, o orgulho,

Árvores, um bem odiado!

Há 45 anos, quando cheguei na Feira, a cidade era mais arborizada do que hoje. Quando deveria ser ao contrário. Temos calor e sol escaldante na maior parte do ano. E ao mesmo tempo temos ódio, ignorância e intolerância em relação às árvores. Não há como negar, não há a quem apelar para mudar este

As noites de sábado são dos bêbados

Depois da luz estonteante e do sol escaldante da primavera-verão, vem a noite, com um sopro quase úmido. Por instantes, desperta uma efêmera sensação de conforto. Já não há o calor indescritível. Vê-se um silencioso fiapo de lua no céu. Mas que já vai se afastando, mergulhando em direção ao oeste remoto, com suas colinas

“Um estádio para Feira de Santana”

Não, o título acima não trata de reivindicação dos desportistas feirenses, nem é antecipação da campanha eleitoral que, em 2024, ganhará novamente as ruas. Trata-se, na verdade, do título de uma matéria do jornal O Momento, que circulou na Bahia entre as décadas de 1940 e 1950. Eis a notícia, publicada na página de esportes
Hoje, 15 de novembro de 2023, tem um alto significado na minha, ops, “carreira literária”: foi neste dia de 1986 que lancei meu primeiro livro de poemas, “A Flor de Bronze e outros poemas de Mediamor” – mediamor é a fusão das palavras medo e amor. É uma coletânea de 110 poemas da minha primeira

Calor produz cenários cinematográficos na Feira

Não sei bem o porquê, mas nas manhãs e tardes incandescentes da Feira de Santana lembro de O Estrangeiro, romance de estreia do escritor franco-argelino Albert Camus. Nele, onipresente, está a descrição da Argel – a capital argelina é o ambiente da obra – abrasadora, férvida, escaldante. Tipo a Feira de Santana dos dias atuais.
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