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Laila Geovana Beirão
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Daniel Rego

Além de Feira de Santana e Ilhéus, Alagoinhas agora faz parte do restrito grupo de cidades do interior que já tiveram uma equipe campeã do Campeonato Baiano de Futebol. Hoje (23), jogando na Arena Cajueiro, em Feira de Santana, o Atlético de Alagoinhas bateu o Bahia de Feira por 3 a 2 e levantou a
Hermes Sodré, o “Marechal Hermes”, era vereador com bases fincadas no distrito de Maria Quitéria. Nascido no Jacu, que hoje pertence ao distrito de Matinha, se dedicava de corpo e alma aos moradores do povoado. Tinha presença forte no tempo do plantio de feijão, milho e fumo e sabia puxar a cantoria quando as famílias
o ‘Samba de Bié’ era uma festa! festa simples, rústica, sem vossas excelências nem refinarias. o povão da feira livre caía dentro e à medida que o sol se punha sobre o centro de abastecimento o couro comia.ê feira! o samba acabou, a sanfoninha de Bié emudeceu pelos galpões, mas ele, Francisco de Sena, o
Estamos mostrando ‘Sanfoneiros da Feira’ em uma série de vídeos curtos feitos em diversos tempos e locais da Feira de Santana, especialmente na antiga feira livre do Centro de Abastecimento onde aconteceu durante  anos o “Samba de Bié”. O ‘Samba de Bié’ atraía sanfoneiros, músicos, percussionistas, sambadores e sambadeiras. Toda segunda-feira. Festa de trabalhadores do centro
“Preso experiente analisa com vagar cada cela por onde passa. Pode haver recado nas paredes, esconderijo no colchão, fundo falso em algum lugar. Aproveitar minúcias e insignificâncias é uma das regras da cadeia, onde não há fartura e facilidades. De cada canto pode sair uma história oculta ou uma nova ideia”. O trecho acima é

O Samba de Bié – Sanfoneiros da Feira

O ‘samba de bié’ nas segundas-feiras no centro de abastecimento sobreviveu até o advento do shopping. era uma jam session nordestina. Francisco de Sena, o Bié dos Oito Baixos (foto) era o ‘dono da festa’ mas tocava na sua sanfona quem chegasse. é o caso desse vídeo : na sanfona de Bié está André Galdino,

Lembrando aquela Câmara Municipal

Há 69 anos – maio de 1952 Nascido no antigo Camisão, hoje Ipirá, velho conhecido de Vargas no tempo da ditadura, João Mamona, assumiu a vereança na 2ª legislatura. Foi dele o projeto de lei que batizou com o nome do poeta Francisco Sales Barbosa a biblioteca da câmara (ainda existe?) Com a estrutura de

A mitologia dos valentões de araque

O começo da tarde de sábado escorria banal. No boteco tradicional no centro da Feira de Santana uns grupos bebiam, outros já almoçavam. Os sons dos talheres, dos pratos, dos risos e das conversas realçavam aquela normalidade. Lá fora tudo normal também: os automóveis avançavam sobre os paralelepípedos e os pardais piavam nos telhados, nas

Trovões (Trovões e o Vento)

1. Penso, às vezes, que as coisas não têm sentido. A vida é só um rio raso que segue por seguir. E cansa. E estagna. Às vezes sinto-me estagnar, como esses rios. E que estou mais velho. E eis que ouço uns trovões. A tarde é morna e irrita. Que venham os trovões. Ainda borboleteiam
eu não sei nem mais o que dizer de tanto que já disse…vcs q pensem olhando a foto. digo apenas que aí onde está esta senhora, Dona Brasilina conhecida como Dona Lina, com o guarda chuva e toda a dignidade de uma feirante, é uma das escadarias do centro de abastecimento, que liga galpões a
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