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Laila Geovana Beirão
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Daniel Rego

Não Me Acharão Nunca

Não me acharão nunca. Jamais terão a ideia de vir ao cemitério, conheço aquela gente. O morto é que anda zanzando por aqui uma ou outra noite, da primeira vez temi alguma coisa, agora me acostumei. Não parece aborrecido, até dá a impressão de que lhe fiz um benefício. Eu gostava de Moreira. Mas minha
“Já não aguento mais/Essa onda de violência/Só peço, autoridade,/Um pouco mais de competência”.   (Rap da Felicidade, de MC Cidinho e MC Doca) Não estão sozinhos, em seus protestos, os familiares e vizinhos do garoto Gabriel Silva da Conceição Júnior, de 10 anos, morto no domingo, 23, durante uma ação policial no bairro de Portão, em
Desde a terça-feira (18) está valendo a nova tarifa de R$ 4,90 para o transporte urbano de Feira de Santana. Para efeito de comparação, o custo de pegar um ônibus ou metrô em São Paulo, maior cidade da América do Sul, é R$ 4,40. O movimento, no entanto, vai na contramão de 67 municípios brasileiros

O Bando e os Becos

Em memória da amiga jornalista Socorro Pitombo. Os Pitombos viveram e moraram ali pelo Beco do Mocó. Beto, o cantor, poeta, cujo corpo e alma vivem no mar de  Imbassahy mas um dos corações (ele tem muitos) está navegando sempre por aqui clique aqui; Dival, o ensaísta, pioneiro da UEFS, o anfitrião de Sartre pelas

O sumiço da ponte Rio Branco

Restaram as colunas. Essa é uma delas. As ferragens e tudo o mais que formavam a estrutura foram levados, sumiram, e não foi na correnteza do Rio Jacuípe sobre o qual ela dava passagem às gentes e boiadas. Batizada com o nome  de ‘Barao do Rio Branco”, sobreviveu quase intacta até meados da década de

Da sombra do Oiti vejo a Feirinha da Marechal

Na sombra desse oiti cujo tronco está no primeiro plano da foto, poetas e folheteiros cantavam e vendiam cordéis quando a grande feira-livre ocupava isso tudo que se vê da Marechal, ruas e calçadas, e se estendia para a frente do Mercado Municipal que  hoje chamamos “Mercado de Arte Popular”, nosso querido MAP de Feira

Reco-reco no Samba da Praça do Tropeiro

Luizinho de Ipuaçu e o sambaforrozado da Praça do Tropeiro. Toda segunda-feira. Feira respira e transpira música o ano inteiro. A sanfona e o forró estão no centro desse movimento totalmente espontâneo. Não é apenas no São João que a Cidade é Forró, como está dizendo a Prefeitura em excelente slogan. Ela é forró o

Quando Baio tocou na sanfona de Bié

Era Dia de São Sebastião, 20 de janeiro do ano da graça de dois mil e dezessete, há seis anos. Era uma manhã de  segunda-feira. O ‘Samba de Bié’ acontecia nesse dia sagrado na história da feira da Feira de Santana. Baio se achegou sem sanfona. Nem a de 120, nem a de 80, nem

O baratino e outras artes feirenses

Antes de interpretar Feira, a cidade, é importante reconhecer a feira, o fenômeno semicaótico com intenção comercial que se desdobra em múltiplas relações, linguagens e jogos. Não que tudo em Feira seja feira, pois estando globalizado o mundo, com distâncias encurtadas e distribuídas pela internet e pelas novas mídias, sofremos influências diversas que distraem e

Ladeira de Santa no Baixão da Matinha

O Baixão é o fim-de-linha dos transportes coletivos que circulam no distrito da Matinha que não chegam a descer a Ladeira de Santa que é caminho para o Jacu, Candeia Grossa, Alecrim Miúdo, e para o rio Pojuca que limita os municípios de Feira de Santana com Coração de Maria. A pecuária domina esse trecho
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