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Laila Geovana Beirão
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Daniel Rego

As águas de março caem, fechando o verão. Nem sempre é assim: às vezes, o sol em março é abrasador, as chuvas minguam. Hoje à tarde desabou um aguaceiro rijo sobre a Feira de Santana, digno daqueles que alarmam Salvador nesta mesma época. Por alguns minutos, envolta na cortina d’água, a Princesa do Sertão se

Sextou na Feira

***O poeta Chico Pedrosa não espera por ninguém. É avexado, inquieto. Em versos, principalmente, sai na frente de uma porção de gente que se diz poeta sem ser… É um grande poeta nordestino que vive na Feira. Eu o ouço muito, mas a Feira precisa ouvi-lo mais como eu o ouço. Na foto ele está

A imutável espiral de violência

Durante cerca de seis anos – com algumas interrupções breves – dediquei-me à reportagem policial aqui na Feira de Santana. Atuava em jornais impressos. Isso há cerca de duas décadas. Nem tenho ideia de quantas matérias e notas escrevi, nem de quantos assassinatos cobri, fazendo reportagens. Sei que foram muitos, provavelmente centenas. Naquelas jornadas desenvolvi

Eurico Alves, o poeta modernista da Feira

Ele foi um dos participantes de Arco & Flexa, revista liderada pelo crítico Carlos Chiachio e que circulou em Salvador, em finais dos anos 20, contribuindo para a introdução do ideário modernista na Bahia. Sua presença em Arco & Flexa, ao lado de poetas como Carvalho Filho, Hélio Simões, Plínio de Aguiar e Godofredo Filho,
A Quarta-Feira de Cinzas começou com a notícia de que o gás de cozinha vai subir mais uma vez na Bahia. É o segundo reajuste em menos de um mês. Com o aumento, o botijão de 13 quilos vai passar dos R$ 120 em Salvador. Aqui na Feira de Santana, o produto pode ser encontrado

Bares de pouco luxo e muita fama nos anos 70/80

Dos muitos bares no centro cidade de Feira de Santana, inesquecíveis aqueles de pouco luxo, mas de muita fama. Entre eles, O Boteco, do Sargento Regis da famosa carne de sol(foto); A Catucha, do grande Aniceto, famoso por avisar ao freguês que tinha “esticado” a conta; A Coréia, no Beco do França do paciente Edgar;

São as águas da Feira

***Havia um olho d’água jorrando permanentemente na descida da Muchila, próximo ao prédio do Feira Hoje que acaba de ser extinto e derrubado sem nenhum ai ou oi ou peraí. O prédio serviu ao INSS durante anos. Tinha uma singularidade pouco relevada: foi concebido, arquitetado e executado para ser a sede de jornal impresso, uma

Continuo pobre de tempo e rico de escracho

Cabeça branca tá na área, se derrubar é pênalti! Sem lancha, que eu cresci navegando foi nos troncos dos mulungus que o Jacuípe tem de sobra. Se não derrubar, beijo na alma, bebê, que eu só tou beijando o rosto de quem não dá valor pra derreis de mel coado. 39 verões, minha senhora? Sim,

Desconexos pensamentos carnavalescos

Enquanto apreciava o sanguíneo poente feirense – à medida que o verão estertora, os tons do crepúsculo tornam-se dramáticos, melancólicos – pensei numa meia-dúzia de temas para um texto qualquer. Nenhum deles pareceu tão urgente quanto o da guerra na Ucrânia. Não, não vou chatear o leitor desfilando conhecimentos bélicos, nem realizando conferências sobre o

Segunda-feira na Feira

Há uns meses não me bato por aí pela Feira com o jornalista e produtor Paulo Norberto. Era um que tinha (ou ainda tem) uma predileção especial pelo lazer na segunda-feira. Promotor de festas, agitador cultural, era na segunda-feira o seu relax. O dia em que, por motivos óbvios, cerveja está mais gelada, os bares
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