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Daniel Rego

Repentista cantador-de-viola

Na Feira, as cantorias-de-viola tiveram um auge. João Crispim, esse aí pintado por Vivaldo Lima em estilo neo-fovista na coluna do Feiraguay, é um cantador-de-viola (não é apenas “violeiro”, que, isolado, pode ter outros significados, assim como não é cordelista, não confundir ). Foi ele que “segurou o pancão” de um festival que durou quase
A heroína do 2 de Julho, a baiana de Feira de Santana, chamava-se Maria Quitéria de Jesus. Mas não é diretamente por causa dela, embora talvez alguns sejam seus descendentes, que 40 candidatos e candidatas a vereador este ano na Feira, dos 410 registrados, carreguem o mesmo sobrenome da soldada nascida em São José das

Números da primeira infância na Feira

Dados do Censo 2022 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, o IBGE, indicam que, naquele ano, havia 55.451 crianças com idade entre 0 e 6 anos na Feira de Santana. Esse total representava exatos 9% da população feirense. Percentualmente, há mais crianças por aqui nessa faixa de idade que na Bahia (8,95%) e no
“Vou contar uma história/Na verdade e imaginação/Abra bem os seus olhos/Pra enxergar com atenção/É coisa de Deus e Diabo/Lá nos confins do sertão”.                                      (Abertura, de Sérgio Ricardo e Glauber Rocha) A figura solitária do cordelista Jurivaldo Alves
Saí convencido de que a Tarifa Zero não é pra agora mas é uma medida possível de ser implantada em Feira de Santana. Os argumentos que transformaram a minha torcida em convicção foram as falas dos três convidados do vereador Jhonatas Monteiro para uma sessão especial sobre o tema, que aconteceu na Câmara de Vereadores

O que mudará no transporte público em Feira?

Em Salvador, alguns candidatos a prefeito resolveram enveredar por um debate canhestro, prometendo restabelecer antigas linhas de ônibus de roteiros longos, intermináveis, que a partir das periferias remotas engarrafavam a capital baiana. Pelo jeito, falta criatividade e boas ideias para o enfrentamento contra Bruno Reis (União), candidato à reeleição. Parece que não notaram, mas Salvador
Uma mulher grande. Grande na idade. Grande em alguns de seus tantos feitos. Grande nos sonhos e grande, sobretudo, nos propósitos reais que têm pela frente e pra já. Assim é Alda Cruz, mãe de cinco filhos – um deles já do outro lado da vida -, 17 netos e bisnetos que ela mesma perdeu

O cão perdido com a gravatinha azul

Foi na sexta-feira. Ele chegou ao restaurante junto com os primeiros clientes. Ficou por ali, pela calçada, esperando qualquer oferta. Tinha porte médio, pelos claros que começavam a ficar encardidos. O que o distinguia dos demais cães de rua era uma garbosa gravatinha azul. – Esse cachorro tinha dono. Ainda está com uma gravata –

A Maldição do Edifício Amayo

Toda cidade tem suas lendas e superstições, envolvendo pessoas, lugares e imóveis. Em São Paulo, o edifico Joelma ainda assusta, no Rio de Janeiro, o Arco do Telles é assombrado por Bárbara dos Prazeres, uma “bruxa da magia negra” que matou marido, amante e crianças,   e até em Brasília, uma cidade moderna, há um apartamento
“Comércio na feira/Parou Sol e parou Lua/Parou no meio da rua/O galho em que os dois se encontraram” (A Peleja de Apolo e Pam, de Onivaldo Mendes) Dizem que em Feira de Santana, a maior cidade baiana depois da capital, da qual dista pouco mais de 17 léguas e meia, começa o Sertão da Bahia.
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