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Daniel Rego

O quiproquó bancário e seus desdobramentos

No que é que vai dar o monumental quiproquó bancário que assola o Brasil desde meados do ano passado? Ninguém arrisca uma resposta incisiva. Primeiro, porque ninguém, até aqui, é capaz de dimensionar a amplitude do estrago; segundo porque, ao que parece, muita gente graúda está envolvida na fraude que – a cogitação é do
José Ronaldo foi eleito 5 vezes como prefeito de Feira de Santana, além de vereador, deputado estadual e federal. Feira de Santana é o segundo maior colégio eleitoral da Bahia, com 426.887 eleitores. Desse modo, entender o papel de José Ronaldo e os dados eleitorais do município, é essencial para compreender as eleições na Bahia.

Ritmos juninos preencherão a lacuna da Micareta?

Acabou o Carnaval e, em 2026, os feirenses disporão de mais tempo para dedicar-se à preparação para as festas juninas e para o forró. Afinal, a Micareta – o Carnaval de Abril que sacudia o Brasil – foi transferida para o mês de novembro. Trata-se de uma mudança histórica, – e drástica – pois a

E o estacionamento?

Quando a Escola Estadual Quilombola da Matinha foi tomando forma real no terreno estrategicamente localizado na Estrada da Quixabeira,  um aspecto foi se tornando uma indagação na comunidade: e o estacionamento? Localizado no encontro de duas estradas estreitas e sem acostamento, a falta de estacionamento exclusivo vai causar um problema urbano típico: congestionamento. No trecho

Dom Franquito visita “El Capitan” de Caboto

“El Capitan” Máximo Farias comanda este restaurante em Candeias, à beira mar de Caboto, como ex piloto de avião e apaixonado pelo mar, portanto, capitão do ar e do mar, de fato e de direito, e ao aportar nessa casa gourmet, graças a dois outros capitães do mar e da terra, Julival Góes e Moyses
Zé Ronaldo sempre foi o “Hitchcock” do suspense político na Feira. Ser ou não ser candidato à reeleição, quem será o indicado a sucessor, essas “dúvidas” ele criou em todo final de mandato e lá se vão quatro, meiando o quinto. O suspense fazia a festa de radialistas sem assunto em busca de manchete. E

Carnaval na Princesa do Sertão

Finalmente, ontem, uma forte chuva caiu sobre a Feira de Santana. Não vieram os raios e os trovões, mas a precipitação foi caudalosa. Por alguns minutos uma densa cortina d’água envolveu o horizonte e as nuvens baixas tornaram a atmosfera acinzentada. Só que durou pouco. A água acumulou-se em ruas e avenidas mas, na maior
O artista plástico Vivaldo Lima me repreendeu porque escrevi que os desenhos nas fachadas de prédios antigos em Feira “não tinham significados profundos embora tenha acrescentado que eles refletem tradições europeias, influências africanas, simbolismos religiosos e o modismo da época. “Se você diz que estes desenhos não têm relevância, fica mais fácil de eliminar o

A crônica da trovoada que não caiu

Ao longo do dia não havia nenhum sinal. Na metade da tarde ensolarada, porém, sombras plúmbeas despontaram a oeste, lá para os lados de Jaguara e mais acima um pouco. Avançaram devagar, trovões roncando, raios empalidecendo a amplidão cinzenta. À frente, nuvens altas, muito escuras; mais atrás, uma espessa camada esbranquiçada, prenunciando chuva. O vento

Antigas fachadas que ainda sobrevivem na Feira

Os desenhos e adornos das fachadas davam status aos donos e beleza ao imóvel. Não tinham significados profundos. Refletiam tradições europeias, influências africanas, simbolismos religiosos e, mais das vezes, apenas modismos da época. Juraci Dórea tem um trabalho profundo sobre a arquitetura eclética da cidade da Feira. Claro, não esgotou o tema que é vasto.
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